JERRI DIAS de A-Z - A Autobiografia
Ah, quando ficamos velhos, começamos a fica nostálgicos e passamos a achar que nossa infância alienada e nossa adolescência deprimente foram ótimas comparadas com a vida que levamos agora. Então caprichamos no extreme makeover da memória e tudo parece muito mais legal do que realmente foi!
Em um exercício de memória e ficção, vou tentar narrar os principais eventos da minha vida, doa a quem doer.
Sim, eu sou azarado, pois cheguei nesse mundo com o pé esquerdo e tomei vários tapas na bunda do sádico do médico.
Logo depois fui mamar no peito da minha mãe e descobri que era alérgico a latcínios, pois empipoquei todo.
Ao chegar em casa, fui colocado num berço usado, cuja antiga dona tinha descartado ele porque seu bebê tinha diarréia crônica, aí você imagina o fedor...
Mas como toda criança destinada a ser nerd, eu era muito precoce e logo aprendi a enfiar o dedo no nariz e comer de seu conteúdo quando tinha fome.
Minha primeira palavra foi “JHEJHWUGHNBSPRRLLLLL”, feito do qual me orgulho muito, pois poucas pessoas conseguem dizer uma palavra com tantas consoantes.
O meu mandato como filho único mamando nas tetas de minha mãe, entretanto, logo acabou com a chegada de meu irmão, 11 meses depois de meu nascimento.
É, meu pais não perdiam tempo. Ou nunca tinham ouvido falar de métodos contraceptivos...
E com a chegada de mais uma irmã um ano e meio depois de meu irmão, percebi que a mamata chegaria ao fim eu teria que encarar os desafios de caminhar pelas próprias pernas sem ficar me agarrando pelas coisas.
Continua em B de BOCHECHA.
Texto adaptado do original publicado no site da CAPRICHO.
Em um exercício de memória e ficção, vou tentar narrar os principais eventos da minha vida, doa a quem doer.
Mal aprendi a andar e já queria voar!
Com meu irmão Jacques, circa 1971.
A DE AZARADO
Sim, eu sou azarado, pois cheguei nesse mundo com o pé esquerdo e tomei vários tapas na bunda do sádico do médico.
Logo depois fui mamar no peito da minha mãe e descobri que era alérgico a latcínios, pois empipoquei todo.
Ao chegar em casa, fui colocado num berço usado, cuja antiga dona tinha descartado ele porque seu bebê tinha diarréia crônica, aí você imagina o fedor...
Mas como toda criança destinada a ser nerd, eu era muito precoce e logo aprendi a enfiar o dedo no nariz e comer de seu conteúdo quando tinha fome.
Minha primeira palavra foi “JHEJHWUGHNBSPRRLLLLL”, feito do qual me orgulho muito, pois poucas pessoas conseguem dizer uma palavra com tantas consoantes.
O meu mandato como filho único mamando nas tetas de minha mãe, entretanto, logo acabou com a chegada de meu irmão, 11 meses depois de meu nascimento.
É, meu pais não perdiam tempo. Ou nunca tinham ouvido falar de métodos contraceptivos...
E com a chegada de mais uma irmã um ano e meio depois de meu irmão, percebi que a mamata chegaria ao fim eu teria que encarar os desafios de caminhar pelas próprias pernas sem ficar me agarrando pelas coisas.
Continua em B de BOCHECHA.
Texto adaptado do original publicado no site da CAPRICHO.
Comentários
Martha
Beijos, faz o favor de me aparecer? Só eu venho aqui.
E nunca mais falamos no msn, lembra?
Ps---nãoliga as letras grudadas e esta merda aqui que é diferente.