terça-feira, 19 de janeiro de 2010

DARTH VADER LÊ A FHM - Comédia



Pra quem não sabe, a FHM é uma revista de mulheres gostosas em trajes sumários.

Divirtam-se com esta hilária dublagem portuguesa!

domingo, 17 de janeiro de 2010

CAPRICHO 986

É legal ter garras de Wolverine, mas tem que tomar cuidado...


Como eu sou um velho ultrapassado, só agora entrei na febre do orkut. Mas tem...

UM MONTE DE COMUNIDADES QUE AINDA NÃO ACHEI NO ORKUT!


“EU SOU AMIGO DA GISELE BÜNDCHEN!”
Para aqueles que se gabam de conhecer a modelo mais famosa do mundo, mesmo ela afirmando que nunca viu essa gente mais gorda.

“TEM UM JAPONÊS MALUCO PINTANDO O MEU MURO E EU NEM CHEGO PERTO PORQUÊ MORRO DE MEDO!”
Para quem já se deparou com um japonês maluco pintando o seu muro e morreu de medo.

“EU ADORO SOLTAR PUM FEDORENTO EM ÔNIBUS LOTADO E BOTAR A CULPA NO MEU AMIGO!”
Para quem gosta de emoções... e cheiros fortes!

“EU ME SINTO SOZINHO NO ORKUT!”
Para quem sabe que amizades virtuais não valem nada e na primeira dificuldade ninguém te empresta dinheiro.

“EU TENHO GARRAS DE WOLVERINE!”
Para aqueles que nascem mutantes e desenvolvem estranhas protuberâncias afiadas nas costas das mãos.

“EU JÁ MATEI UM MONTE DE GENTE E NUNCA FUI PEGO!”
Para aqueles assassinos foragidos que gostam de tirar uma da cara da polícia que nunca pegou eles.

“EU JÁ SAÍ CORENDO PELADO NA RUA COM UMA MÁSCARA DO MICKEY MOUSE!
Para aqueles que beberam demais e não lembram das besteiras que fizeram, mas que os amigos tem fotos para provar.

“EU JOGO FUTEBOL MELHOR DO QUE O RONALDINHO GAÚCHO, MAS AINDA NÃO FUI DESCOBERTO!”
Para aqueles pernas-de-pau invejosos que vão passar a vida tomando canelada nas peladas depois dos churrascos de domingo.

“EU SOU UM ESPIÃO RUSSO COMUNISTA INFILTRADO NO CONGRESSO NACIONAL!”
Para aqueles espiões que se infiltraram no Congresso Nacional nos anos 60 e 70 e não se ligaram que o comunismo acabou e continuam lá.

“EU SOU ALCÓOLATRA E BATO NA MINHA MULHER E NOS MEUS FILHOS!”
Para aqueles que são chegados em uma caninha e gostam de praticar boxe com a família.

“EU ADORO COMER CARNE DE GOLFINHO!”
Para os que apreciam esse delicioso prato gastronômico feito com nosso amigo Flipper.

Jerri Dias tem um impostor usando seu nome no orkut.



WORKSHOP GRATUITO DE QUADRINHOS EM PORTO ALEGRE - RS

Continuam abertas as inscrições.

Leia os detalhes aqui.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

HAPPY TREE FRIENDS - animação




Esta série de animação foi criada por Rhode Motijo e difundida originalmente na internet em 2000.

Com o sucesso, migrou para a TV onde conquistou milhares de fãs no mundo todo.
Teve mais de 100 episódios hilários mostrando os bichinhos mais fofos do mundo vivendo as tragédias mais violentas e sangrentas que uma mente doentia pode conceber.

Um marco na história da paródia!


Imperdível para quem gosta de humor negro!

domingo, 10 de janeiro de 2010

OFICINA GRATUITA DE QUADRINHOS EM PORTO ALEGRE – PROJETO DIONÍSIO

Necrosha, trabalho de Mateus Santolouco recentemente publicado nos EUA pela Marvel.


A Oficina

A Oficina Gratuita de Quadrinhos – Projeto Dionísio é parte integrante da criação e publicação da graphic novel DIONÍSIO, com roteiro de Jerri Dias e arte de Mateus Santolouco.
Este projeto recebeu financiamento do FUMPROARTE – SMC - Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

A oficina será ministrada gratuitamente pelo roteirista Jerri Dias e pelo ilustrador Mateus Santolouco com 10 aulas com duração de 2 horas/aula, num total de 20 horas.

Serviço

Local: Livraria Cultura – Shopping Bourbon Country, ao lado do Shopping Iguatemi - PORTO ALEGRE

Data: De 16 de janeiro à 27 de março – somente aos sábados

Horário: Das 14:00 às 16 hs.

Faixa etária: a partir dos 13 anos.

Vagas: 15 alunos

Inscrições pelo e-mail: projetodionisio@hotmail.com

Para participar apenas responda com um texto de 3 a 5 linhas:

PORQUE QUERO FAZER UMA OFICINA DE QUADRINHOS?

Enviar nome completo, idade e endereço.

A oficina é gratuita.

Não é necessário currículo ou portfólio.

Material: Caderno de anotações, prancheta, caderno ou folhas de desenho, lápis, borracha e caneta.

Os ministrantes

Jerri Dias é escritor e cineasta, tendo publicado o livro Assunto de Inimiga (Ed. Marco Zero), a graphic novel Zarathustra (Ed. Via Lettera) e realizado diversos curtas premiados e a minissérie Pé na Porta para a RBS TV.
www.jerridias.blogspot.com

Mateus Santolouco tem trabalhado para diversas editoras americanas desde 2006, incluindo Image e Marvel. Publicou a graphic novel The Revenant, criada por Keith Giffen e Shannon Denton, pela Desperado Comics, além de desenhar mensalmente a série Fall of Cthulhu para a Boom! Studios.


AVISO ÀS LEITORAS DA REVISTA CAPRICHO


Caso queiram aparecer de susrpresa para autografar seus exemplares de ASSUNTO DE INIMIGA ou revistas CAPRICHO, por favor, apareçam após às 16:00.
Antes disso não poderei atendê-las.
E quem estiver pensando em aparecer só pra perguntar sobre os VDG, eu sei menos sobre eles do que vocês.
E eu só ministrarei as aulas nos dias 16, 23 e 30 de janeiro e 6 de fevereiro, aos sábados.
Após, as aulas caberão ao Mateus Santolouco.

Grato.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

CAPRICHO 985

"Agora, com esse diploma, eu me sinto um burro completo!"


Formatura é chato, certo?! E agradecimento de formando então, nem se fala.
Então aí vão minhas sugestões para...

AGRADECIMENTOS MANEIROS DE FORMATURA


BIOLOGIA: “Agradeço a boa carga genética que meus pais me forneceram quando do encontro do espermatozóide com o óvulo.”

DIREITO: “Obrigado aos burocratas do governo que criam cada vez mais burocracia no país, garantindo o meu emprego.”

MÚSICA: “Agradeço ao acidente que me deixou cega, fazendo com que eu começasse a tocar piano como meu ídolo, Stevie Wonder.”

LETRAS: “Vlew meu blog fofuxo, por mi dhar goxtu d ixcrever.”

ENGENHARIA: “Agradeço a faculdade que me deu sólidos fundamentos para erigir meus estudos.”

PSICOLOGIA: “Obrigado ao meu orientador e a minha família por agüentarem meus ataques de pânico, minhas paranóias, minhas depressões, minhas tentativas de suicídio...”

TEOLOGIA: “Agradeço ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.”

ASTRONOMIA: “Se não fosse aquele cometa chocar-se com a Terra bilhões de anos atrás, eu não estaria aqui hoje.”

MEDICINA: “Obrigado à pessoa que me trouxe a este mundo: o obstetra da minha mãe.”

JORNALISMO: “Obrigado ao meu estágio na revista CARAS-DE-PAU, onde eu perdi todas as minhas ilusões sobre a carreira de jornalista.”


Jerri Dias mofou cinco horas em uma formatura.

domingo, 3 de janeiro de 2010

HULK (Hulk, EUA, 2003) – Crítica Retrô

Cartaz do filme.
Clique nas fotos para ampliá-las.

Sinopse

Bruce Banner, cientista dedicado a desenvolver uma cura para qualquer tipo de ferimento ou doença, recebe uma dose fatal de radiação gama e a partir de então, quando irritado, transforma-se em uma monstruosa criatura verde de força descomunal.

Ang Lee discute uma cena com os atores. Ao fundo, Sam Elliott (General Ross).

O Diretor


Responsável por filmes leves com comentários sociais como BANQUETE DE CASAMENTO e RAZÃO E SENSIBILIDADE, dramáticos como TEMPESTADE DE GELO e poéticos como O TIGRE E O DRAGÃO, Ang Lee, diretor nascido em Taiwan em 1954, tem feito uma excelente carreira desde sua estréia com longas em 1992, mantendo um invejável posto como um dos mais versáteis diretores asiáticos da atualidade.

Hulk, em versão do ilustrador Tim Sale.

O Filme

Para quem ainda não sabe, Hulk é um super-herói criado em 1962 por Stan Lee e Jack Kirby para a Marvel Comics Group, hoje Marvel Entertainment. Nitidamente baseado nos personagens DR. Jeckyl e Mr. Hyde de O MÉDICO E O MONSTRO, de Robert Louis Stevenson, Lee e Kirby adaptaram os personagens do romance para o mundo moderno e para o universo super-heróico. O personagem faz sucesso até hoje, representando nosso lado incontrolável, ou ID, para quem curte Freud.

Os atores da série de TV. Bill Bixby (David Banner), já falecido, não pôde fazer uma participação especial nos dois filmes do cinema, como fez Lou Ferrigno (Hulk). Em ambos ele faz o papel de segurança de universidades diferentes.

Entre 1977-82, Hulk ganhou uma série live-action própria que popularizou o personagem como nunca. Embora tenha alterado o nome de Bruce Banner para David Banner (para não ser confundido com Bruce Wayne/Batman), reinventado sua origem e exibido um Hulk muito mais fraco em comparação com o original dos quadrinhos, a série foi um tremendo sucesso ao mostrar um homem atormentado fugindo de seu passado e ajudando pessoas pelas cidades onde passava, seja como ele mesmo ou como Hulk. A série ainda teve mais três longas especiais para a TV nos anos 90.

O CGI (Computer Graphic Image) deste HULK funciona melhor do que o do filme mais recente.

O HULK de Ang Lee custou 137 milhões de dólares e rendeu 245 milhões no mundo inteiro. Isso parece motivo para comemorar, mas segundo a lógica dos estúdios americanos, um suposto arrasa-quarteirão como HULK deveria ter feito esse valor apenas dentro do mercado doméstico (EUA e Canadá) e nele, HULK nem chegou a se pagar, atingindo apenas 132 milhões. Isso explica porque o filme não teve uma continuação e porque foi todo reformulado como O INCRÍVEL HULK em 2008. Na época, frustrado pela crítica dividida, a incompreensão do público e a pressão do estúdio, Ang Lee chegou a pensar em se aposentar, pois até então, toda sua obra só acumulara elogios e prêmios da crítica. Parece uma reação exagerada, mas na tradição oriental, a vergonha de fracassar em algo é sempre uma desonra muito grande. O próprio mestre Akira Kurosawa tentou se matar quando passou por uma má fase artística no final dos anos 60 e início dos 70. Mas até que seria bom se alguns cineastas americanos, como Michael Bay e Rolland Emmerich, adotassem essa prática salutar de se suicidar após fazerem dois ou três filmes ruins seguidos....

Nick Nolte (David Banner) faz o pai dominador, um cientista psicopata que anda com cães-monstros. Seu personagem e visual foram praticmamente copiados do filme mexicano AMORES BRUTOS, onde um assassino-mendigo andava com uma matilha de cães.

Eu confesso que quando vi HULK pela primeira vez, no cinema, achei o filme estranho, achei a edição exagerada em toda sua estilização para fazer o filme parecer uma história em quadrinhos e pior, achei que tinha pouco HULK e pouca luta e destruição.

E o “problema” do HULK de Ang Lee foi esse, ele não fez o que os fãs dos gibis queriam (muita porrada e luta de monstros) e nem o que os fãs da série queriam (um Hulk mais pé no chão e realista).


Ang Lee, como o autor que é, decidiu fazer o HULK que ele viu no quadrinhos: um homem traumatizado com seu passado e cuja vida sempre pareceu ter sido sempre controlada pelos outros, principalmente por figuras paternas, como seu próprio pai, David Banner, e pelo pai de sua namorada, o General Ross.


E sufocado por ambos, Bruce Banner acaba fazendo em sua vida, o que muitos de nós queremos de vez em quando: quebrar com tudo e todos sem ter medo das conseqüências.


Claro, fica muito mais fácil arrasar com tudo se você se transforma em um monstro verde de 3 metros de altura virtualmente invulnerável e com a força de mil homens.


E por incrível que pareça, apesar do HULK de Ang Lee ser mais humano que o da série de TV e lutar contra 2 tipos de monstros no filme e mais o exército, o público talvez tenha ficado confuso com a importância dada ao drama de Banner, mais do que ao monstro. E pensar um pouco ou sentir empatia real pelos personagens principais não é uma característica da maioria das pessoas que vão ao cinema para ver filmes de verão.


Um exemplo do efeito da tela-dividida usada para emular o efeito de uma história em quadrinhos.

Outro aspecto que torna este HULK tão interessante é a edição estilizada que busca emular o aspecto de uma história em quadrinhos ao extremo. Isso, obviamente, já foi feito em menor grau em outros filmes e séries de TV, incluindo a famosa série cômica do BATMAN nos anos 60. Mas graças às modernas técnicas de edição, Lee consegue momentos plasticamente belos na fusão de uma cena para outra. Claro que, até pela quantidade de efeitos de fusão e tela-dividida, nem sempre se acerta e às vezes até pode ficar um pouco confuso, mas esse é sempre um preço que se paga por querer apostar em uma linguagem à qual os espectadores não estão acostumados.
Mas foi assim que toda a linguagem do cinema foi criada, apostando-se nelas.


O HULK de Leterrier é mais ação vídeo-game e menos psicologia. É o que o povo quer, é o que o povo gosta...

E claro, não poderia deixar de citar O INCRÍVEL HULK (2008), de Louis Leterrier, diretor francês de filmes de ação, que pegou o personagem e o transformou em algo mais próximo do monstro dos quadrinhos e do cientista da série de TV. Ganharam os fãs, mas perdeu o cinema, que só ganhou mais um filme de super-herói cheio de efeitos bacanas e nada mais.

Sem Eric Bana caprichando em seu Bruce Banner fragilizado e atormentado, o filme não seria tão bom. Deixou Edward Norton comendo poeira nessa...

O HULK de Ang Lee, ao contrário, é uma daquelas pequenas jóias cinematográficas que vai servir como objeto de monografias, teses de estudantes de cinema e ser lembrado como um dos poucos filmes de super-heróis onde eles foram levados à sério e não meramente pensados para vender mais pipoca na entrada do cinema.

Trailer




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Quando chegar nos 1.000, vou abrir um templo...

sábado, 2 de janeiro de 2010

NÓS DECIDIMOS NÃO MORRER (We Have Decided Not To Die, Austrália, 2004) - Curta




O diretor australiano Daniel Askill é o responsável por esta bela e instigante obra multi-premiada em festivais do mundo inteiro.

Com imagens poderosas e emocionantes, Askill prende o olhar angustiado do espectador ao mostrar três anti-narrativas surpreendentes e estéticamente perfeitas.