quinta-feira, 30 de abril de 2009

CAPRICHO 956

Até quando a Daniele Suzuki vai ficar fazendo onda?...

Como acho que tá faltando coisa na lista dos Melhores e Piores de 2004, resolvi fazer a minha própria lista dos...

MAIS BONS E MAIS RUINS DE 2004 !

Ator e Atriz Nacionais Mais Bons

Ricardo Macchi (porque faz um tempão que não dá as caras)
Juliana Paes (porque posou para a Playboy)

Ator e Atriz Nacionais Mais Ruins

Kayki Brito (porque faz uma novela atrás da outra)
Daniele Suzuki (porque não posou para a Playboy)

Apresentador Mais Bom

Não tem nenhum.

Apresentador Mais Ruim

Todos!

Novela Mais Boa

Àquela que ainda não foi ao ar.

Novela Mais Ruim

A que estiver passando agora na TV.

Filme Mais Bom

Dirty Dancing – Noites de Havana (porque um filme que já era ruim merece uma continuação pior ainda)

Filme Mais Ruim

Olga (porque ela morre no final)

Banda Nacional Mais Boa

Jota Quest (porque faz música que até debilóide pode cantar junto)

Banda Nacional Mais Ruim

KLB (porque eu quero provocar minha prima Kelly, que é vice-presidente do fã-clube)


Jerri Dias foi votado como o pior colunista da história da CAPRICHO.



E PARA QUEM MORA EM PORTO ALEGRE E NÃO TEM NADA PARA FAZER NO DIA 5 DE MAIO...

A produtora TGD está precisando de figuração para um comercial. O produtor é o Beto Picasso, que é meu faixa e foi o super-profissional que produziu o PÉ NA PORTA.

A gravação é na terça, dia 05 de maio.

O cachê é de R$ 50,00 e será pago no mesmo dia.

A TGD precisa de:

Mãe 35 anos

Pai 35/40 anos

Filho 10 anos

Filha 15 anos

Amiga 30 anos (afro-brasileira)

Amiga 20 anos

Avó com cabelos brancos

Rapaz 20 anos

4 meninos 13/15 anos

3 meninas 13/15 anos.

Se estiver interessado(a), mande foto de rosto para o seguinte e-mail:

betopicasso@hotmail.com


Lembrando que se você tem menos de 18 anos, precisa consultar seus pais ou responsável antes, pois será exigida a assinatura deles para autorização de uso de imagem. Por isso, antes de qualquer coisa, fale com seus pais. Se eles toparem que você possa aparecer no comercial, aí sim você pode mandar a foto. Também tenha em mente que a produtora vai escolher entre muita gente, então, não fique achando que você vai ser chamada(o) só porque mandou a foto, ok?!

Boa sorte.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

PAC MAN ATACA - Remi Gaillard



Se você nunca jogou PAC MAN, certamente já ouviu falar desse divertido joguinho dos anos 80.

Mas neste vídeo você vê o joguinho do PAC MAN encenado em bares, campos de golfe e supermercados com resultados hilários.


Remi Gaillard e seus amigos realizam performances, pegadinhas e invasões das mais engraçadas num estilo Jackass sofisticado, ou seja, mais engraçado e menos ofensivo (mas nem sempre).

Além de fazer as maiores bobagens, Remi Gaillard também se especializou em se disfarçar para entrar em qualquer lugar simplesmente para zoar. Desde programas de auditório até finais de campeonato, onde ele entrou disfarçado de jogador, segurou a taça, bateu a foto oficial, deu entrevistas para jornalistas desavisados e até apertou a mão do presidente francês!

sábado, 25 de abril de 2009

CAPRICHO 955

Nem o Hulk é tão machista...

Depois do Novíssimo Feminismo (CAPRICHO 954), surgiu o Novíssimo Machismo. Leia a entrevista...

ELES NÃO USAM SUTIÃ... E NEM CUECA!

O que vocês acham dos homens posarem nus para revistas femininas e gays?

Sérgio: Tudo boiola.
Otávio: Os caras não se dão ao respeito…

Em que momento vocês se sentem mais poderosos?

S: Quando eu chego em casa e minha irmã arrumou o meu quarto.
O: Quando a minha namorada me pede permissão para sair com as amigas e eu não deixo...

Por que o Jiu-jitsu é tão associado à masculinidade?

S: Ora, porque ver aqueles caras suados se agarrando no chao é muito massa.
O: É, e o cheiro que fica no ar também é muito bom...

Hmm, então tá... E o que vocês acham do axé e do funk?

S : Ótimas músicas, letras de excelente qualidade…
O: Refletem os valores que a sociedade brasileira deveria seguir.

O que vocês acham da Tati Quebra-Barraco?

S: Meio gordinha pro meu gosto.
O: Manda ela vir falar comigo...

E sobre o Eminem?

S: Eu acho as letras meio rápidas, nao entendo metade do que ele fala.
O: Quem é esse M & M?

Vocês fazem academia ?

S : Jiu-jitsu. Mas não é porque quero ter um corpinho bonito e orelhas estouradas, é porque gosto do contato corpo-à-corpo.
O: Eu não tô nem aí…

Jerri Dias não sabe se ri ou se chora.


OMKARA - BEEDI

Adoro música indiana desde que estive no IPC em 1996 e gostei muito da trilha indiana da novela CAMINHO DAS INDÍAS, que acho um porcaria, mas vale por mostrar um pouco de uma cultura muito bacana. Essa música é do filme OMKARA, que como todo filme de Bollywood, tem sua músicas dubladas de forma que metade nem sincroniza com os lábios dos cantores. Esses filmes geralmente tem suas músicas e coreografias feitas antes mesmo de ter o roteiro pronto, que o pessoal lá gosta mesmo é de ver gente cantando e dançando. Outra coisa curiosa é que apesar de todo o erotismo das danças, os protagonistas nunca se beijam nos filmes, pois lá, beijar em público é considerado indecente pela maioria da população. Aliás, em termos de sensualidade, a dança indiana dá de 10 à 0 na vulgaridade do Funk.

terça-feira, 21 de abril de 2009

BULLYING – QUANDO A ADOLESCÊNCIA É VIOLENTA


Até Calvin sofre com bullying na escola (clique para ampliar).


“Para que o Mal vença, basta que os homens de bem fiquem de braços cruzados.”
Edmund Burke (1729-1797), estadista britânico.

UMA PEQUENA SUGESTÃO QUE PODE TE AJUDAR MUITO

Como sei que a maioria das pessoas que acessa esse site são adolescentes, vou pedir à vocês que depois de lerem essa coluna, se gostarem, convidem seus pais, tios e avós para lerem também.

O BULLYING

Você sabia que na maioria das penitenciárias do mundo, o que vale é a Lei do mais Forte e a Lei do Silêncio?! Assim, violências, roubos e abusos cometidos entre os presos, ficam só entre eles. Muitas vezes os guardas e até o diretor da prisão sabem dos crimes cometidos contra outros presos dentro da prisão, mas na maioria das vezes preferem fazer vista grossa. Geralmente alguém tem ir para o hospital ou morrer para que eles tomem alguma atitude de verdade.

Se isso lembra a situação de muitas escolas brasileiras (e do mundo também), é porque durante muitas décadas as pessoas preferiram fazer vista grossa com o bullying, expressão americana que define as agressões físicas, morais e psicológicas feitas à vitíma(s) geralmente indefesas por parte de uma ou mais pessoas sem um motivo aparente.

Por isso, se você é ou já foi vítima freqüente de agressões, intimidações, comentários maldosos, fofocas e apelidos grosseiros que te deixam chateado, triste e deprimido, está na hora de dar um basta nisso tudo pra que você possa ter uma adolescência livre desse mal. E isso vale pra todo mundo, meninos, meninas, homens e mulheres.

Assim como o estupro contra a mulher era encarado com uma certa condescendência pela lei até poucas décadas atrás, o bullying, até poucos anos atrás, era encarado como algo normal dentro de uma escola e muitos pais achavam que seus filhos e filhas tinham que aprender a se defender sozinhos. Não que esse desamparo fosse algo proposital que os pais fizessem com seus filhos, mas como eles viram ou passaram por isso quando estavam na escola, eles acreditam que é normal que seus filhos passem por isso também.

Infelizmente, com o aumento crescente da violência e com algumas crianças e adolescentes trazendo facas e armas para a sala de aula, o bullying às vezes deixa de ser apenas um problema escolar para se tornar um caso de polícia.

Claro que casos como esses são ainda esporádicos e eu realmente espero que com essa nova consciência anti-bullying que está crescendo, as atitudes violentas regridam a um patamar mais aceitável. Mas esse tipo de atitude depende mais dos pais e dos alunos do que de ações governamentais, que geralmente fazem muita propaganda mal-elaborada e que não atinge seu público alvo.

EU, VÍTIMA E TESTEMUNHA DE BULLYING

Como muitos, eu também sofri bullying na escola. Tímido e franzino, eu, junto com alguns outros nas escolas que frequentei, éramos vítimas de puxões de cabelo, empurrões, ameaças, chutes e outras humilhações. O mais irônico disso é que só sofri bullying em escolas particulares. Estudei até a 3ª série em escola pública e fiz o Ensino Médio em escola pública, e apesar de existirem bullies (valentões) por lá, raramente presenciei um agressão. E além de irônico, chega a ser uma piada de mau gosto que nessasduas escolas religiosas e particulares e caras de Porto Alegre o bullying corria solto. Uma era o Nossa Senhora de Lourdes (gerenciada por freiras) e a outra a Escola Adventista Cruzeiro do Sul.

Sofri bullying e muitas vezes tive vontade de chorar por causa disso, mas por sorte, nunca fui machucado seriamente e a única coisa roubada que tive foi um chocolate que havia trazido de casa. Mas diversas vezes vi coisas horríveis acontecendo e não tive coragem de falar nada, assim como todos os meus outros colegas. E me lembro de uma cena particularmente absurda e violenta onde estávamos todos de pé, uns 20 alunos, com o professor de Educação Física falando algo e atrás de mim, havia três colegas: um deles, Adriano, segurava um garoto e o outro o maior e mais forte, de nome Marco, lhe socava o rosto. Todos bem quietos pro professor não escutar. Lembrando disso hoje, eu fico pensando que o professor tinha que ser muito burro ou simplesmente fingia que não estava vendo aquilo. Como sei por experiência própria que adultos são mais espertos que adolescentes, acredito que o professor simplesmente se omitiu e deixou o pobre garoto apanhar.

Um dos motivos pelos quais eu não apanhei de verdade no Nsa. Sra. de Lourdes é que eu era o melhor amigo do Fábio, irmão do bullie Adriano, que era amigo do bullie Marco e muitas vezes fui poupado por causa disso. Mas às vezes isso não era suficiente...

No Adventista, havia pelos menos 7 bullies distribuídos entre a 6ª e a 8ª série. Eu estava na 7ª série e nessa série havia 4 bullies com idade entre 15 e 16 anos. Eu tinha 13 anos. Novo no colégio, eles logo vieram pra cima de mim. É claro que com a minha cara de nerd e com 13 anos, eu seria vítima deles. Nesse ano eu acabei repetindo, o que por um lado me deixou feliz, pois aí eu só corria o risco de topar com eles no intervalo e da 6ª série só veio um bullie. E quando ele estava sozinho, ele não representava risco algum.

Claro que eu não era a única vítima deles, havia várias outras e do Adventista guardo muitas memórias ruins de bullying e do descaso da escola. Uma vez, todos os grandalhões da escola, cerca de 15, uniram-se e fomaram uma espécie uma vassoura humana, que basicamente consistia em correr abraçado e atropelar todo mundo que estivesse no caminho. Fizeram isso várias vezes seguidas no pátio da escola e nenhum professor veio parar ou impedir eles! Outra coisa que vi e que me recordo como uma das cenas mais patéticas da minha vida, é que eu tinha dois colegas que serviam de “escravos” do troglodita Luciano, o maior e mais velho dos bullies. Eles ficavam em volta dele, fazendo pequenos favores e puxando o saco dele pra não entrar na lista de vítimas, mas o mais triste era que volta e meia ele os castigava com cascudos e beliscões porque eles não haviam feito algo direito.

O que me salvou de apanhar de verdade e sofrer mais humilhações, era os meus poucos e bons amigos que tive nessas escolas. Como bullies geralmente são covardes, eles preferem te pegar sozinho, então uma das dicas básicas é que você evite andar sozinho na escola para não dar essa chance à eles. Sempre é bom ter uma testemunha junto, em caso de agressão ou humilhação.

Às vezes uma mera reação mais forte basta para afastar os bullies mais covardes. Às vezes gritar com ele ou simplesmente bater de volta basta para que o bullying pare, mas isso não é uma regra e nem todo bullie é covarde. Uma vez um dos bullies me bateu no braço quando cruzei sozinho com ele pelo corredor da escola e, não sei o que deu em mim, virei o braço e acertei ele no ombro. Eu continuei andando e ele também. Virei a cabeça pra trás pra ver se ele não vinha atrás de mim e ele estava se afastando, olhando pra mim. Mas não havia ameaça em seu rosto, talvez alguma surpresa. Cá pra nós, eu acho que dei sorte que estávamos só nós dois no corredor. Se houvesse mais pessoas ele talvez se sentisse humilhado por ter levado um soco de um garoto menor do que ele e teria me chamado pra briga. E aí eu não teria tanta sorte... Mas o bom é que depois disso o cretino nunca mais me incomodou.

Mas como eu disse, este era apenas um dos bullies do Adventista..

EU, BULLIE

E como eu não sou nenhum santo, eu também acabei cometendo bullying indo na onda de outros colegas. Quando cheguei no Adventista, havia duas irmãs na minha sala. Uma delas usava óculos de fundo de garrafa e não era muito bonita na época e quando cheguei, ela já tinha um apelido chato. Infelizmente, um dos amigos que fiz na sala gostava de pegar no pé dela e às vezes eu ia na carona e junto com mais dois ou três meninos, ás vezes fazíamos roda ao redor dela e da irmã e começávamos a debochar dela. A meu favor só posso fizer que sempre fizemos isso às vistas de todos, tipo, nunca foi uma coisa realmente ameaçadora, até porque ela corria atrás de nós tentando nos bater. E nunca vi ninguém encostar um dedo nela, mas ela às vezes nos acertava. Na minha cabeça, isso era só uma brincadeira. De qualquer forma, não lembro disso ter durado muito e na época eu já tinha noção de que isso não era legal, mas como disse, fui na onda. Assim, logo parei de fazer isso, mas ainda hoje me incomoda o fato de não saber o quanto isso pode ter afetado ou não a auto-estima da Simone.

Eu encontrei ela anos mais tarde no ônibus e peguei seu telefone pra convidar ela para sair. Sim, ela tinha virado uma bela mulher. Eu fiquei feliz com isso e pensei, que se ela aceitasse meu convite, eu teria minha chance de pedir desculpas pra ela por aquele bullying idiota e estúpido no colégio. Infelizmente ela não quis sair comigo, o que por uma lado foi bem-feito pra mim, que até hoje continuo com remorso pelo que fiz. Foi a única perseguição que fiz contra alguém mais fraco do que eu em toda a minha vida...

É por isso que vai ter que ficar aqui o meu pedido de desculpas, do fundo da minha alma, para a Simone, que esteja onde estiver, espero que esteja tendo uma vida ainda mais feliz do que a minha, que acredito que ela totalmente merece.

O QUE FAZER?

O bullying acontece por muitos motivos e tem diversas caras e isso tudo e como podem se defender e encontrar pessoas pra partilhares suas experiências, medos e pedir ajuda, está nos links que coloquei abaixo.

São sites, filmes e livros que podem te ajudar a entender melhor esta situação que você ou seu colega podem estar enfrentando no colégio, mas que todo mundo acha normal ou engraçado enquanto ninguém vai parar na polícia, no hospital ou no necrotério.

Mas ainda assim, eu quero dar algumas dicas que vi pouca gente dar, mas que eu acho que pode ajudar.

Em primeiro lugar, se você achar ou tiver certeza de que alguém está sofrendo bullying, fale com seus pais, com um professor que você confie ou mesmo envie uma denúncia anônima para a escola. Só não esqueça de dar todos os detalhes que puder, o que viu e quem foi a vítima e quem foi o agressor.

É somente rompendo a Lei do Silêncio, a mesma que vigora em penitenciárias, é que os culpados podem ser punidos, afastados e tratados, quando for o caso. Lembre-se, o(s) bullie(s) que você pode achar engraçado ver maltratando um(a) colega hoje, amanhã podem vir pra cima de você ou de seus amigos(as).

Outra coisa que você pode fazer é denunciar vídeos de bullying ou brigas no You Tube e comunidades do Orkut. As denúncia são sempre anônimas e ninguém saberá que foi você que denunciou o vídeo ou comunidade como violenta. Deixar que vídeos e comunidades do tipo proliferem na internet, só aumenta a confiança dos bullies de que eles nunca serão punidos. E isso é algo que eles acabam levando pra vida adulta e podem continuar a fazer isso na faculdade com trotes violentos, no casamento, com seus filhos, no escritório e em qualquer outro lugar onde ninguém faça nada para impedi-los. E alguns podem até mesmo virar criminosos.

Você também pode ir ao Grêmio Estudantil de sua escola e pedir ajuda deles e dos professores para uma campanha anti-bullying.

Mas digamos que por um motivo ou outro, nada disso aconteça e você ou alguém que você conhece continue sofrendo bullying.

No mundo adulto, se uma pessoa sofre uma agressão, calúnia ou assédio moral, ela pode processar quem quer que tenha feito isso. Está mais do que na hora das vítimas adolescentes de bullying começarem a usar a lei a seu favor, assim como os adultos a usam.

Se você estuda em colégio particular, você pode falar com seus pais e contratar um advogado para processar a escola, os pais do(s) bullie(s) e até mesmo um(a) professor(a) omisso(a). Com isso, todos são afetados pelo bullying e alguma coisa será efetivamente feita para acabar com ele. Infelizmente nesse país, algumas instituições só tomam atitudes quando dói no bolso...


Já se você estuda em um colégio público, o buraco é bem mais embaixo e dada a realidade desse país, medidas processuais podem não ser a melhor saída. Claro, existem colégios e colégios na rede pública. Alguns quase tão bons quanto escolas particulares, mas outros tem graves problemas com gangues e traficantes. Ainda assim, existem diversas outras opções para buscar ajuda para acabar ou minimizar o bullying nos sites abaixo.


VOCÊ É UM(A) BULLIE?

Você já parou pra pensar que aquelas piadinhas, humilhações e pequenas agressões que você faz toda hora com seus colegas podem estar fazendo um mal muito pior à ele(a) do que você imagina?! Tente, por um minuto, colocar-se no lugar dele ou dela e ver se você gostaria disso que você faz com ele ou ela. Se você tiver essa capacidade de empatia (colocar-se no lugar do outro), você ainda pode reverter essa situação e até ser um bom amigo(a) dessa pessoa que agora é sua vítima e ter boas chances de uma vida mais tranqüila e feliz quando for adulto(a).

Se você acha que é difícil controlar seu impulso para a hostilidade e a violência para com colegas seus, procure ajuda com seus pais, familiares ou professores que você confie. Eles podem te ajudar a ser uma pessoa melhor.

Mas se você acha que ficar pegando no pé de uma pessoa, humilhá-la ou agredi-la é normal e bacana e não pretende parar, saiba que o bullying pode se tornar crime em breve no código penal brasileiro. Os trotes violentos na faculdade já estão sendo criminalizados e é uma questão de tempo para que isso ocorra nas escolas. E mesmo que isso ainda demore anos para acontecer, processar bullies é algo que está crescendo e que se você continuar com isso você pode acabar se dando muito mal.

Eu espero sinceramente, para o bem de todos nós e seu, que você opte pela primeira opção.

Porque muitos bullies quando crescem viram esses homens e mulheres aparentemente normais que acabam cometendo crimes violentos contra desconhecidos no trânsito, no trabalho e contra a própria família. Não queira ser um desses. Ninguém ganha nada com isso. Nem suas vítimas e nem você.

PAZ!


SAIBA MUITO MAIS NOS LINKS ABAIXO:

NO MORE BULLYING - Blog gaúcho com tudo sobre bullying no Brasil e no mundo.

BULLYING - Wikipédia

BULLYING - Cartilha

FILMES IMPERDÍVEIS SOBRE BULLYING

EVIL – AS RAÍZES DO MAL (Ondskan, Suécia, 2003) - DRAMA

Dir. Mikael Hafstrom

Erik é um adolescente de 16 anos que tem uma vida em meio à violência. Acostumado a tratar todos com brutalidade, devido aos maus tratos de seu padastro, é expulso da escola onde estudava e transferido para um famoso colégio privado. Sabendo que pode ser sua última oportunidade, Erik tenta mudar seu estilo de vida e enfrentar as novas opressões que começa a sofrer na nova escola. Baseado em fatos reais.

ELEFANTE (Elephant, EUA, 2003) – DRAMA

Dir: Gus Van Sant

John é levado para escola por seu pai completamente alcoolizado. Elias tira fotos de um casal no parque próximo ao colégio. Nathan e Carrie combinam o seu fim de semana com os amigos em meio a uma suspeita de gravidez. É assim, e com mais cinco visões, que Gus Van Sant caracteriza o massacre na Columbine High School protagonizado por vítimas de bullying. Baseado em fatos reais.

TE PEGO LÁ FORA – (Three O’Clock High, EUA, 1987) - COMÉDIA

Dir. Phil Joanou

Jerry é um tranqüilo e simpático colegial que vai entrevistar Buddy, um colega recém-chegado, para o jornal do colégio onde estuda. Acontece que o cara é um brutamontes, tem fama de psicopata e, além disto, não suporta ser tocado. É exatamente isto que Jerry faz e assim Buddy o desafia para uma briga no estacionamento, às 3 da tarde. Até lá Jerry tentará de tudo para que esta "execução" não aconteça.

LIVROS SOBRE BULLYING: QUANDO LER FAZ A DIFERENÇA




ENQUANTO ISSO, NO SITE DA CAPRICHO...

E pra aliviar a barra, tem o VOCA PEOPLE lá no blog.

E Acredite se Quiser no monte de besteiras que eu escrevi lá na seção Diversão.


REQUIEM FOR A DREAM – LUX AETERNA – CLINT MANSELL

E aqui você escuta agora a trilha sonora do filme RÉQUIEM PARA UM SONHO. Um retrato da América viciada que se afunda em drogas de todos os tipos. Um filme de um dos maiores diretores americanos, Darren Aronofsky, com a poderosa trilha sonora de Clint Mansell, um compositor que pode ser comparado com o mestre Philip Glass, na minha humilde opinião.

terça-feira, 14 de abril de 2009

CAPRICHO 954

Lá no Ártico você tem 6 meses de Sol e praia sem noite. Uma pena que está sempre 40 graus abaixo de zero e não dê pra usar um biquíni...

Já parou para pensar na grana que seus pais vão gastar quando você for para a faculdade? Não?! Pois então imagine...

10 COISAS EM QUE VOCÊ PODE GASTAR MELHOR ESSA GRANA TODA!

1. Viajando o mundo todo! Pense nas aventuras, um ficante exótico em cada DisneyWorld do planeta, baladas em línguas estrangeiras, sem risco de tocar Jota Quest!

2. Subornar direto o reitor da uiniversidade para conseguir o diploma e evitar toda a fadiga de ter que ficar fingindo estudar durante 4 anos.

3. Comprar um apê só pra você. Afinal, depois do diploma, o que a maioria faz é trabalhar anos e anos para comprar um apartamento. Pule esta etapa!


4. Aplicar tudo no mercado financeiro e torcer para que as ações da Barbie subam.


5. Promover mega-baladas para os seus amigos. Eles vão beber todo o seu dinheiro, mas você vai estar tão alcoolizada que nem vai perceber.


6. Você pode finalmente comprar todos aqueles produtos de beleza caríssimos que você vê na CAPRICHO e achou que nunca ia poder comprar.


7. Você pode ficar morando na casa dos seus pais e ficar anos sem ter que pedir mais mesada.


8. Shows de rock! Sua banda preferida está tocando no Japão? Vá assistir!


9. Comprar todo mundo no colégio para acabar com a popularidade daquela turma de patricinhas que você detesta!


10. Ir conhecer o Jerri Dias na Dinamarca.


Jerri Dias gastou o dinheiro da faculdade em gibis.


STAR WARS – DUEL OF THE FATES – JOHN WILLIAMS

O filme GUERRA NAS ESTRELAS – A AMEAÇA FANTASMA é uma porcaria, mas a música de John Williams continua um clássico para todos os tempos. Lá no rodapé, um belo clip do making of do filme com o maestro Williams regendo a empolgante trilha que você escuta agora.

sábado, 11 de abril de 2009

EPISÓDIOS DE HISTÓRIAS CURTAS NA 8º MOSTRA DO FILME LIVRE – RIO DE JANEIRO - RJ

Alexandra Dias em DESAPARECIDO.

Dois curtas meus foram selecionados para a 8ª Mostra do Filme Livre que vai até 26 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. DESAPARECIDO e ESTRADA, dois episódios que foram produzidos para o projeto HISTÓRIAS CURTAS, serão exibidos nas seguintes datas:

DESAPARECIDO: 12 de abril, 20 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil; 24 de abril, 20 horas, no Ascine-RJ - Cineclube Curta o Curta.

Exibido na temporada 2006 de Histórias Curtas, DESAPARECIDO mostra o drama de uma mulher que acorda num certo dia e percebe que o seu marido desapareceu de casa. Na tentativa de encontrá-lo, descobre que todas as evidências de sua existência sumiram, até mesmo na memória das pessoas.


Alexandra Dias, Michel Capeletti e André Mubarack em ESTRADA.

ESTRADA: 9 de abril e dia 23 de abril, às 16 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil.

Exibido na temporada 2004, ESTRADA conta a história de três jovens que saem para viajar num fim-de-semana. Dois deles adormecem e quando acordam percebem que o motorista se perdeu durante o trajeto, pegando uma estrada completamente escura e deserta. Uma sequência de fatos estranhos faz o motorista contar toda a verdade.


A Mostra do Filme Livre recebeu mais de 700 inscrições entre curtas e longas e 229 filmes selecionados. DESPARECIDO e ESTRADA concorrem na categoria Filme Livre (produções realizadas sem financiamento público).

quarta-feira, 8 de abril de 2009

CAPRICHO 953


Calvin & Harold, de Bill Waterson.
Para ampliar, clique na foto (como todas as outras deste blog).


Depois da ultima visita ao meu terapeuta, ele me aconselhou a expor a...


HISTÓRIA DA MINHA INFÂNCIA

1. Quando eu tinha 11 meses de idade, meu irmão mais novo nasceu, e pra chamar a atencão dos meus pais eu comecei a falar alemão. Como eles não me entendiam, acabei optando por ter ataques de bronquite.


2. Um dia, com 1 ano e dois meses, minha mãe achou que eu já estava maduro o suficiente para me tirar a mamadeira. Isso explica o fato de eu tomar leite na mamadeira de vez em quando.


3. Com 2 anos, percebi que meninos e meninas são diferentes: Meninas usam brinco e meninos não. Pelo menos nessa idade.


4. Já aos 3 anos descobri que existia um Papai do Céu invisível que estava comigo o tempo todo. Morrendo de medo, tive que dormir com meus pais por uma semana.


5. No meu aniversário de 4 anos ganhei de presente uma camiseta que meu amiguinho usava sempre. Eu tive de vestí-la no dia e meu amiguinho veio com a mesma camisa. Foi meu primeiro mico.


6. Cinco anos, jardim de infância, ela é linda, loira e usa óculos que a deixam muito sexy. Mas ela so me vê como aluno. Ai, ai...


7. Mas eis que aos 6 anos, ganho um cachorrinho vira-lata. A racão que ele ganhava era tao boa... Pena que nao fabricam mais aquela marca.


8. Aos 7 anos, pensava no que faria quando fosse adulto: astronauta era a unica opção possível!


9. Oito anos, idade da irresponsabilidade. Ganhava mesada e gastava tudo em chocolate. Hoje, mais maduro, só gasto metade do meu salário em guloseimas.


10. Prestes a completar uma década de vida, dediquei a semana recapitulando minha vida, ou seja, brincando.


11. Onze anos, mais desafios a vencer no vídeo-game, mais conhecimento para adquirir colando dos meus colegas nas provas, novas amizades para pedir gibis emprestados...


12. A idade da razão com 12 anos. Quer dizer, da razão dos pais, que acham que estao sempre certos e você errado. Que saco!


13. Ah, com treze anos o sexo oposto parece tão interessante... até eu descobrir que ela é irmã do cara que me bate no intervalo!

Jerri Dias precisa de terapia de choque.



THE CURE - WHY CAN'T I BE YOU

A banda mais adorada pelos góticos e darks tem muitas canções pesadas e ultra-românticas.
Mas ao contrários dos fãs mais fanáticos, eles não se levam muito a sério não...
Confira no divertido clip lá no rodapé do blog.



sábado, 4 de abril de 2009

WATCHMEN – O FILME (Watchmen, 2009) - Crítica


SINOPSE

O que aconteceria se pessoas “comuns” decidissem colocar a cueca por cima da calça e sair por aí combatendo o crime?
Como isso afetaria a sociedade? Eles seriam vistos como loucos? Heróis? Exibicionistas? Esquizofrênicos?
E o que aconteceria se em dado momento surgisse um super-herói de verdade, alguém com poderes tão incompreensíveis quanto vastos?
E o que aconteceria se alguém começasse a matar os heróis mascarados?

OS QUADRINHOS


Publicada em 12 edições entre 1986-87, a mini-série escrita pelo genial Alan Moore e ilustrada pelo detalhista Dave Gibbons, é o único gibi listado pela revista TIME em 2005 como uma das 100 melhores obras literárias americanas escritas a partir de 1927.

Em uma narrativa épica com dezenas de personagens, Moore e Gibbons recriam a América de 1985 com uma pequena diferença: Heróis e super-heróis existem! E eles fazem a diferença. Para o Bem e para o Mal. Ou além desses conceitos demasiadamente humanos.

Nesta obra suprema de Alan Moore, ele dá sua palavra final em super-heróis hiper-realistas envolvidos na história moderna da América, dos anos 40 aos anos 80. Da ingenuidade idealista ao maquiavelismo político, os super-heróis de Moore são representações do homem comum: ingênuos, simpáticos, marqueteiros, cínicos, psicopatas. Com exceção de um deles: o único e verdadeiro ser com super-poderes entre todos, Dr Manhattan. Mais deus do que homem, Moore o usa para falar de física quântica, política, humanidade e claro, Deus.

Depois de WATCHMEN e O CAVALEIRO DAS TREVAS, publicado no mesmo ano, os quadrinhos americanos nunca mais seriam os mesmos. E nem os filmes de super-heróis.

O FILME

A primeira safra de super-heróis na foto de grupo. Tem heróis para todos os gostos: a gostosa que quer ser famosa, o ingênuo que acredita no Bem, o que quer Justiça pelas próprias mãos, a lésbica moderna e até um estuprador assassino...

Depois de 20 anos de tentativas frustradas de adaptar a obra que muitos consideravam impossível filmar, a tecnologia moderna unida à ganância dos executivos de Hollywood produziram o filme. Para o Bem e para o Mal.

Ao diretor Zack Snider (vindo dos bons e divertidos MADRUGADA DOS MORTOS e 300), junto com os roteiristas, coube o fardo de transpor as 600 páginas de uma obra com dezenas de personagens e cobrindo 5 décadas da história americana em um filme de 162 minutos. Talvez com o dobro desse tempo ele tivesse sido bem sucedido. Mas eu tenho minhas dúvidas.

Como Snyder, um fã da obra de Moore e Gibbons, disse: “Se eu não fizesse, o estúdio daria o filme para outro diretor.” E Snyder tinha muito medo do que outro diretor pudesse fazer com tal material e ele queria manter ao máximo a integridade do texto de Moore. Integridade que acaba sendo um tiro no próprio pé, quando nem o diretor e nem os roteiristas conseguem perceber que repetir diálogos literários de desenhos bidimensionais em um filme com atores reais nem sempre funcionam como deveriam. Em muitos momentos do filme, o som do silêncio diria muito mais.

A última safra de super-heróis. A variedade continua: tem o herói, o mais inteligente de todos, a filha da gostosa que queria ser famosa, o psicopata, o estuprador assassino continua ali, mas agora todos tem deus ao seu lado...

Mas vindo de dois filmes onde zumbis gritavam e espartanos gritavam mais ainda, Snyder parece ainda não ter percebido o valor das coisas não-ditas.

Em WATCHMEN tudo é falado e descrito ao extremo, e as poucas pausas tem que ser preenchidas com imagens e efeitos especiais bombásticos.

E apesar do roteiro ter simplificado e cortado praticamente 2/3 dos personagens, o volume de informações para quem não leu a obra é avassalador, se o espectador realmente tentar prestar atenção em todos os detalhes.

Dr. Manhattan está mais para o Deus do Velho Testamento do que para o Deus do Novo...

A edição é outro ponto delicado na obra, pois todas as seqüências são praticamente emboladas umas por cima das outras, dando uma impressão de urgência na sala de edição para finalizar o filme no tempo exigido pelos produtores, ficando muita coisa mal resolvida e explicada. Tanto que Snyder promete para breve uma versão com 3h30min.

Claro que o filme de Snyder tem muitas qualidades, mas o número de erros é tão grande que o ritmo do filme parece um coração parado que bate uma vez a cada 5 minutos. Eu geralmente adoro filmes com 3 horas de duração, mas confesso que fiquei entediado já na metade do filme e em certos momentos me sentia eu mesmo um “watchmen”, de tanto que olhava para meu relógio contando os minutos para o filme acabar.

Mas como fã da obra, tenho que dar um certo mérito à Snyder por ter lutado bravamente por uma censura 18 anos para um filme onde conceitos morais e filosóficos tentam ser abordados muito além de produções desse tipo. Várias das idéias de Moore estão no filme, embora eclipsadas pela urgência de contar a história, e com alguma sorte, alguns espectadores podem se sentir compelidos a saber sobre que diabos o filme está falando e se debruçarem tanto sobre o gibi quanto sobre outros livros.

Espectral é interpretada pela atriz Malin Akerman, que é igual a maioria das atrizes jovens da Globo, bonitinha mas ordinária...

E assim como o filme tem altos e baixos na sua narrativa, o mesmo acontece com os atores. Snyder é um homem de ação, pós-Hamlet, e ele está muito mais interessado nas ações físicas (falar, brigar, transar) do que na qualidade e na verdade de seus atores e o que acontece é ter interpretações risíveis como as de Malin Akerman (Espectral), abaixo da expectativa como as de Patrick Wilson (Coruja) e Billy Crudup (Dr. Mahattan), neutras como a de Matthew Goode (Ozymandias), boas como a de Jeffrey Dean Morgan (Comediante) e surpreendentes como a de Jackie Earle Haley (Rorschach). Com atores com tão pouca sintonia entre si fica complicado criar qualquer tipo de jogo verdadeiramente interessante entre eles. E com isso escoa pelo ralo do esgoto a capacidade do espectador de sentir empatia pelos personagens, com exceção de Rorschach.

Mas além dos problemas de ritmo, edição e elenco desajustado, o filme comete outro pecado absurdo para um filme com tão boas intenções: as canções da trilha sonora são extremamente pontuadas e quase sempre soam invasivas ao extremo, dando uma sensação de que alguém pensou: “o filme está uma porcaria, mas pelo menos vamos vender essa trilha sonora!” As músicas, quando escutadas fora do filme, são realmente boas, mas no filme, a maioria delas simplesmente incomoda.

E se você ainda não viu o filme, preste atenção nas duas melhores sequências do filme: a abertura, onde vê-se o surgimento, apogeu e queda dos super-heróis integrados a vários acontecimentos e celebridades da história da América ao som de “The Times They Are A-Changing” de Bob Dylan e Rorschach na prisão, a única seqüência realmente emocionante de todo o filme.

Jackie Earle Haley arrasa com a audiência e com os criminosos como Rorschach. Na prisão, ele lembra Clint Eastwood sob o efeito de anfetaminas...

E também nas duas piores: O Coruja e Espectral transando ao som de “Hallelluja” de Leonard Cohen e a origem do Dr. Manhattan, que mais do que o próprio personagem, não possui emoção alguma além da transcendental música de Philip Glass.

De qualquer forma, se você é um fã de quadrinhos e já leu ou pretende ler WATCHMEN, esse é um filme que você deve ver pelo dever de assistir uma obra cujos conceitos já inspiraram filmes como o próprio BATMAN, X-MEN, OS INCRÍVEIS, SUPERMAN-O RETORNO e HANCOCK. Uma pena que com tantos filmes apropriando-se de idéias e conceitos de WATCHMEN, o próprio acabe esvaziado de metade da originalidade que lhe é devida.

E como era esperado num filme proibido para menores de 18 anos, onde super-heróis transitam entre política, sexo, violência extrema e conceitos morais duvidosos, a produção de 150 milhões de dólares arrecadou, em 30 dias de exibição pelo mundo todo, apenas 172 milhões. Em Hollywood, um filme só é considerado lucrativo se dobrar na bilheteria o custo de sua produção. Para se ter uma idéia, BATMAN – O CAVALEIRO DA TREVAS custou mais ou menos o mesmo que WATCHMEN e estava pago em apenas 4 dias.

Se o Capitão América fosse real, ele seria o Comediante. Se o governo manda proteger, ele protege. Se manda matar, ele mata...

Infelizmente, descontando a acertada e bem pensada razão para explicar o final apocalíptico, Snyder preocupou-se tanto em ser fiel aos quadrinhos que esqueceu de fazer um filme de verdade, ao contrário de BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS, onde os roteiristas e o diretor entenderam que para ser fiel ao personagem e sua história, você não precisa ser fiel aos quadrinhos.

WATCHMEN – TRAILER




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ERA UMA VEZ NA AMÉRICA – ENNIO MORRICONE

A maravilhosa trilha da obra-prima de Sergio Leone está atualmente sendo executada neste blog.
O filme que fala dos sonhos de uma juventude ingênua que se transformam em vidas violentas e amarguradas é o retrato de uma América horrível e melancólica ao extremo. Simplesmente o melhor filme que já vi na minha vida.

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Robert Pattison está fedendo lá no blog.

E as razões que os meninos usam para dar um tempo na coluna exclusiva do site.