domingo, 28 de agosto de 2011

BREAKDANCE – Dança




Breakdance (também conhecido como breaking ou b - boying em alguns lugares) é um estilo de dança de rua, parte da cultura do Hip-Hop criada por afro-americanos e latinos na década de 1970 em Nova Iorque, Estados Unidos.
Normalmente é dançada ao som do Hip-Hop ou Electro.
O breakdancer, breaker, B-boy, ou B-girl é o nome dado a pessoa dedicada ao breakdance e que pratica o mesmo ou faz Beat box.
Inicialmente, o breakdance era utilizado como manifestação popular e alternativa de jovens para não entrar em gangues de rua, que assolavam Nova Iorque em meados da década de 1970.
Atualmente, o breakdance é utilizado como meio de recreação ou competição no mundo inteiro.

(Texto do Wikipedia)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

CAPRICHO 1029

Orlando Bloom tem que usar máscara de feio para sair na rua.


Empolgado com a aventura da Karol, A Feia*, nosso colunista também resolveu pagar pra ver e dar uma de...

JERRI, O LINDO!


Como sou muito feio, e não tinha dinheiro pra dar uma geral, recortei uma máscara de Orlando Bloom e fui à luta. Compare e veja como minha vida mudou...

NO SUPERMERCADO

Quando ia ao supermercado, aquelas garotas que oferecem amostras de produto, não me ofereciam nem comida de cachorro. Quer dizer, minto, tinha umas que me borrifavam inseticida. Já com meu novo rosto, fui super-bem atendido e a moça do caixa até me devolveu o troco!

NO SHOPPING

Ao invés de ser seguido de perto pelos seguranças e barrado na maioria das lojas e só me deixarem entrar no banheiro na esperança de que fosse dar descarga em mim mesmo, desta vez, com meu novo visual, os seguranças tiveram que me proteger das meninas loucas que queriam um pedaço do meu corpinho e vários gerentes de lojas me deram roupas e produtos de graça!!

NA BALADA

Cheguei e já recebi pulseira VIP, camarote privativo com várias gatas e bebida liberada! Bem ao contrário de ser o último a ser atendido pelo barman e o primeiro a ser dispensado pelas garotas e quando rolava quebra-pau, eu sempre apanhava muito, mesmo estando no banheiro quando a coisa começava...

NO XAVECO

Antes eu recitava versos barrocos, ultra-românticos e até letras do Jota Quest para conseguir algum afeto, mas só levava desaforo e bofetada. Com meu novo focinho de galã, as minas suspiram com qualquer cantada do tipo “E aí? Tamo aí nessas carne?!” ou “Com essa nem precisa Viagra!”

NA REDAÇÃO DA CAPRICHO

Normalmente fico na minha salinha, lá no quartinho do material de limpeza, onde ninguém fala comigo, só por recados passados por debaixo da porta. Mas depois que coloquei a máscara, sou convidado para todos os eventos da CAPRICHO e até passei a receber CAPRICHO em casa, coisa que antes, só roubando de algum colega. E me colocaram numa sala com eletricidade!


Jerri Dias está mais poderoso do que nunca!


* A jornalista Karol usou maquiagem e roupas de gosto duvidoso para parecer feia e circular por lojas, baladas e afins. Não foi muito bem tratada ou notada. No dia seguinte voltou toda bela e faceira nos mesmos lugares e o tratamento foi completamente diferente.


domingo, 21 de agosto de 2011

THE CRANBERRIES & MOBY – Shows


Pois é, esse shows já rolaram faz mais de ano aqui em Porto Alegre e eu sempre quis comentar sobre eles mas sempre ficava com mais vontade de postar sobre outras coisas.
Mas enfim, não é que eu tenha ficado sem assunto - como se pudesse faltar assunto... ;-), mas achei que valia a pena dar uma relembrada e aproveitar pra divulgar dois artistas que admiro muito.




THE CRANBERRIES





Nem acreditei quando soube que a banda irlandesa liderada pela linda Dolores Riordan ia vir pra Porto Alegre. Conheci a banda no final dos anos 90, mas só fui virar fã mesmo alguns anos depois, quando então fui atrás de todos os CDs e clips.

Bem, o show foi no final de fevereiro, num dos verões mais terríveis que já se teve notícia em Porto Alegre, tanto que até em Belém do Pará os noticiários comentaram o calor na capital gaúcha!

No galpão do Pepsi on Stage tinha vários ventiladores gigantes, mas eles não davam conta. Quando o show começou dava para sentir o calor dos holofotes nos 6 metros que me separavam do palco, fiquei imaginando que a sensação térmica no palco deveria ser de 50ºC!!!



Nem demorei muito pra me achar aqui.


Bem, durante os 90 minutos do show, a diva Dolores comentou, bem humorada, várias vezes sobre o calor que estava fazendo e para a felicidade geral de quem estava perto do palco como eu, de vez em quando ela jogava água na gente 

O show em si foi emocionante, deu pra dançar, pular e até chorar em algumas canções. Dois momentos muito legais foram quando ela desceu até o “fosso” e cumprimentou todos que estavam na primeira fileira enquanto cantava “Ode to my Family” e quando todo mundo fez coro para cantar “Zombie”!

Saí de lá extremamente satisfeito com a sensação de paz e alegria que tinha permeado o show inteiro, só triste pelo fato dela não ter me dado bola e me convidado para ir embora junto com a banda.


MOBY





Já o Moby foi mais esperto, veio em abril, quando a onde calor já havia passado. Eu também fui mais esperto dessa vez e cheguei duas horas antes, garantindo um lugar na primeira fileira, grudado na grade baixa.

Moby chegou esbanjando simpatia, pedindo desculpas por ser “um americano estúpido que não fala português” e com uma banda formada apenas por mulheres. Junto, uma violonista oriental lindíssima!

O show, como era de esperar, virou uma festa de rave rock, com praticamente todo mundo dançando e pulando ao som de um dos melhores expoentes da música eletrônica contemporânea!



No canto esquerdo, com o braço direito erguido: eu.


Como Moby sempre faz parcerias com outros artistas, ele trouxe consigo a arrasadora Joy Malcolm para revezar no microfone.

Não contente em brindar o povo com suas grandes composições e batidas, Moby ainda faz uma surpresa para todos cantando um cover de Lou Reed e Led Zeppelin! Nunca dancei e me diverti tanto em um show como nesse e ainda fiquei menos de 2 metros de quase todo mundo que estava no palco, incluindo o Moby!
Momento tiete, eu assumo!


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SINAIS (Signs, 2009) - Curta




Esse poético e romântico curta de Patrick Hughes faz um comentário social sobre o relacionamento entre as pessoas no mundo virtual e real através de um recurso visual simples e esperto que reflete a solidão e a dificuldade de comunicação real que atinge cada vez mais gente nos grandes centros urbanos.

Para todos que já foram, estão ou se sentirão #FOREVERALONE um dia... ;-)

domingo, 14 de agosto de 2011

CAPRICHO 1028

Clique para ampliar.


Sua menstruação é azul?
Seu namorado tem peitos maiores do que os seus?
Desvende aqui suas dúvidas cabeludas como a palma da mão do seu irmão na coluna...

DR. CONDYLOMMA RESPONDE!


“Meu namorado vive brochando. É na balada, no MacDonalds, no parque, na casa da vó doente dele, no banheiro público, no beco atrás do meu prédio, no elevador... O que o sr acha, Dr.? Ele é gay?!”

Clarissa Fogoza, Fortaleza.

Cara Clarissa, se o seu namorado ainda não é gay, é por pura falta de oportunidade, porquê homem que é homem não nega fogo nunca. Dê mais uma chance para ele e leve-o para jantar num rodízio de pizza e tente transar com ele embaixo da mesa antes que o garçom traga a primeira pizza. Se mesmo assim não rolar, sugiro deixar ele lá e sair com o garçom.

“Quando eu transo, meu namorado pressiona minha barriga e acabo soltando muito pum durante a transa. E pior é que são daqueles bem fedidos. Acaba cortando todo o clima. O que é que faço?”

Maria Peidorreira, Guajumira.

Vai no banheiro antes que você cague na cama, minha filha!

“Tenho 18 anos, ainda não menstruei, meus seios não desenvolveram, tenho pelos pelo corpo todo e para piorar um buço gigantesco! Todas minhas amigas em namorado, menos eu, pois parece até que os meninos tem nojo de mim! Porque sou tão diferente?”

Joana Ricarda, Brasília.

Ah, isso é um daqueles graves casos em que sua alma de menina nasceu num corpo de homem. Procure o centro espírita mais próximo para reverter essa situação ou faça uma operação de troca de sexo. Aqui no meu consultório eu já fiz operação de troca de sexo em muita celebridade. Já ouviu falar da Sandy e Júnior?! Pois é...

“Quando eu gozo (isso se dou sorte, porque meu namorado é um grosso insensível), eu grito muito e ele não gosta, porque faz muito barulho e meu pai fica batendo na porta do quarto gritando que tem ele tem que trabalhar no outro dia, que assim não dá mais, ele não consegue dormir. Como é que eu faço para controlar meus gritos sem perder a mais livre e profunda expressão do meu ser?”

Silvia Plata, Cazumbé.

Silvia querida, diz par ao grosso do teu namorado tapar a tua boca com um travesseiro na hora H. Só tome cuidado para não sufocar e morrer que eu não tenho mais condições de arcar com mais um processo por mau aconselhamento.


Jerri Dias é um sexólogo frustrado.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

WINK! - Blog Convidado

Conheci o WINK!, blog da Mia Sodré depois de participar de um pequeno debate com ela e outras pessoas no Facebook e confesso que fiquei surpreso com o desenvoltura e o senso crítico dela em relação às coisas ao seu redor. Na sua descrição do blog ela diz que tem 17 anos, é gaúcha, evangélica, web designer, insegura, dramática e aspirante à escritora, entre diversas outras coisas.

Bom, para vocês terem uma palhinha do WINK!, selecionei o texto abaixo:




FEAR NO MORE


Se há algo que é certo nessa vida é a morte. É algo inevitável, prometido a nós desde o dia em que nascemos. Mas antes dessa promessa se cumprir, nós todos esperamos que algo de interessante aconteça a nós. Todos esperamos passar por algo que torne nossas vidas significativas. Mas o fato mais triste é que nem todas as vidas têm esse significado, alguns apenas vivem sem viver. Alguns apenas passam a vida esperando que algo aconteça a elas antes de irem embora definitivamente.

Nunca gostei da ideia de dizer adeus às coisas. Apenas o breve pensar em partir me deixava sempre muito confusa, muito impotente, muito bagunçada. Sempre quis ser imortal, fazer grandes coisas, ser lembrada pela eternidade. Sonhei com grandes esculturas, homenagens, lágrimas e um sentimento de perda por minha partida. Sempre fantasiei demais, é verdade. Mas quem nunca fantasiou na vida?

Vocês devem estar assustados, afinal nunca fui de escrever cartas ou demonstrar sentimentos em vida, mas há algo de extraordinário na morte: ela consegue fazer coisas que nunca pensamos enquanto tínhamos todo o vigor da juventude. Nela há reflexões, saudade, nostalgia. Há um certo tipo de mágica fatal que a envolve. Devo confessar que sempre pensei que me sentiria angustiada nessa hora, mas agora me sinto tão aliviada, como nunca estive antes. Sim, alívio, é tudo o que sinto. É indescritivelmente incrível o que acontece com você nessas horas: seu cérebro parece estar fora do corpo, você já parece estar em uma outra dimensão, apesar de este ser o mesmo ambiente em que passou parte da vida.

Durante minha vida, sempre fui uma pessoa muito observadora, sempre me preocupei com detalhes. Tentei tanto ser lembrada depois da morte que acabei me frustrando em vida, procurando almejar a perfeição. Agora vejo que tudo isso não passa apenas de uma breve ilusão, e que viver com medo de algo não é viver. Quero que todos vocês saibam que não tenho arrependimentos, de forma alguma. Sempre fiz tudo o que quis fazer, sempre fui o centro das atenções e isso foi muito satisfatório por um tempo, apesar de todos os problemas que me trouxe também.

Se há algo que eu lhes peço é o seguinte: não falem de mim após minha morte como uma pessoa praticamente "santa", como muitos fazem com seus entes queridos. Não disfarcem meus defeitos; pelo contrário: exponha-os, juntamente com as qualidades, pois foi com toda essa mistura entre bem e mal que consegui chegar onde cheguei.
De repente, eu consigo ver claramente o mundo que estou deixando para trás. Apesar de meus sentidos já estarem bem enfraquecidos; sabores, toques, cheiros e sons já começam a se tornar uma memória distante. Claro que a maioria das coisas que são visíveis para os que já partiram são visíveis para os vivos também; se ao menos eles parassem para ver.

Agora as lembranças, apesar de distantes, estão se tornando cada vez mais claras. Sim, eu me lembro do mundo, de cada detalhe. E o que eu mais me lembro era de quão assustada eu era. Que bobagem! Viver com medo nunca é viver de verdade. Gostaria que as pessoas que deixo para trás soubessem disso, mas será que faria alguma diferença? Provavelmente não. Sempre vai ter quem encara seus medos e quem foge deles. Eu encarei os meus, e estou aqui agora. Será que esta é a alternativa correta? Não sei. Mas de qualquer forma quero que saibam que sentirei saudade de todos vocês, que fizeram parte da minha vida, e espero que de alguma forma eu possa ter feito diferença nas suas.
Até algum dia.

(Mia Sodré lembra a todos de que a morte é inevitável)

Esta é uma carta fictícia escrita especialmente para o Projeto Bloínques, 48° edição de cartas.

Quer ler mais?

WINK!


ENQUANTO ISSO...

Tuítes para causar no twitter! Lá na seção Diversão do site da CAPRICHO!

E como sempre, tem postagem nova no Blog do Jerri!

E a enquete sobre a OFICINA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PRA BLOG acabou e o resultado foi o seguinte:

23% topam pagar os olhos da cara pela oficina!

54% topam pagar contanto que sobre dinheiro para o McDonald's!

22% não pagam nada e se pudessem me roubariam!

Então, a OFICINA deve sair!

Aguarde informações em breve!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

REFLECTIONS OF A SKYLINE (GB, 2007) - curta




Esse curta simples, eficiente e sensível é baseado em um trecho da peça CRAVE, da jovem dramaturga inglesa Sarah Kane. Um prodígio em sua área, na primeira década do século XXI tinha todas suas cinco peças encenadas em diversos países da Europa. Alguns anos atrás, na Alemanha, 17 diferentes montagens de suas obras estavam sendo realizadas simultâneamente. Com um estilo visceral e personagens violentos, um crítico comentou que ela tinha um estilo “In-your-face”(Na-sua-cara) de teatro, dadas às cenas e personagens chocantes a que ela submetia seu público, cativado pelo seu aspecto brutal.


Infelizmente Sarah Kane foi mais uma artista genial perturbada demais pelos seus demônios internos e depois de ser internada por causa de uma overdose, enforcou-se no banheiro do hospital. O ano era 1999 e ela tinha apenas 28 anos.

Diferente de suas demais peças, CRAVE evita a abordagem da violência física ou psicológica, e aprofunda-se em temas como amor, morte e relacionamentos.