domingo, 20 de agosto de 2017

A LENDA DA MULHER MARAVILHA - Quadrinhos





sábado, 19 de agosto de 2017

HENRY JACKMAN - Trilha Sonora




Henry Jackman nasceu na Inglaterra e compôs sua primeira sinfonia aos seis anos de idade e aos nove anos já acumulava um bom repertório. Quando adolescente foi fortemente influenciado pela cena Rave underground e logo em seguida passou a produzir música eletrônica e remixes. 

Nos anos seguintes, Jackman construiu uma carreira de sucesso na indústria musical. Mixou e produziu músicas para Seal e Art of Noise e vários outros músicos como Mike Oldfield e Marc Almond.

Em 2006 ele chamou a atenção dos compositores de trilhas Hans Zimmer e John Powell, que contrataram Jackman para compor trilhas adicionais para Batman - O Cavaleiro das Trevas, O Código da Vinci e outros. Jackman estreou solo na animação Monstros Versus Aliens e a partir daí passou a ser um dos mais procurados compositores para trilhas.

Além das amostras das trilhas apresentadas aqui, ele também foi responsável pelas trilhas de É O Fim, Capitão Phillips e Detona Ralph, entre muitas outras.

Até agora, foi o único compositor contratado pela MARVEL a realizar uma trilha realmente boa para dois de seus filmes: Capitão América: O Soldado Invernal e Capitão América: Guerra Civil. Se a MARVEL não conseguiu pegar Hugh Jackman, que pelo menos mantenha esse Jackman na sua folha de pagamento.






quinta-feira, 17 de agosto de 2017

SIA - Vídeoclip




Nascida na cidade de Adelaide em 1975, Sia deu início a sua carreira como vocalista na banda de acid jazz Crisp durante a metade da década de 1990.

Em dezembro de 2011 o hit "Titanium", de David Guetta, foi lançado tendo Sia por intérprete. Em 2012, ela colaborou com o rapper Flo Rida em seu single "Wild Ones"[1]. Ainda em 2012, compôs o grande hit "Diamonds" para Rihanna.

Sia assumiu ser bissexual, sendo habitualmente incluída em listas LGBT das revistas dessa temática.

Após ganhar reconhecimento com hits como Wild Ones, Titanium, She Wolf (Falling to Pieces) e em composições para Beyoncé, Katy Perry, Christina Aguilera, Rihanna e outros, em 2014, Sia lançou seu 6º álbum de estúdio, intitulado 1000 Forms Of Fear, que pela primeira vez em sua discografia, atingiu o topo da Billboard Hot 200. O hit Chandelier lhe rendeu 4 indicações ao Grammy Awards.

Em entrevista ao NME, em 2015, Sia disse que tinha mais dois álbuns prontos para serem lançados, mas destacou um, chamado This Is Acting, seu sétimo álbum, que foi lançado em 29 de janeiro de 2016. A compositora também afirmou, em aparições de divulgação do novo trabalho, que este álbum é composto por músicas suas que foram rejeitadas ou devolvidas (a pedido dela) por outros artistas. "Alive", por exemplo, foi escrita com Adele (e rejeitada pela mesma em seu terceiro álbum de estúdio, 25), e "Space Between" foi enviada para Rihanna, porém Sia a pediu de volta e sua colega devolveu a música gentilmente.

Em agosto de 2017 Sia trocou de gravadora, sendo a mais nova contratada da Atlantic Records. A cantora atualmente está dirigindo o filme '' Sister '' que conta com a atriz Kate Hudson no elenco , em 2017 foi anunciado que a cantora esta se preparando para lançar o seu 8º álbum.

Adaptado do Wikipédia. 

Legal, mas quem é essa fantástica menina dançarina?

Maddie Ziegler nasceu em 2002, em Pittsburgh, Pensilvânia. É dançarina, modelo e atriz. Ela é descendente de poloneses, alemães e italianos. Os pais de Maddie se divorciaram em 2011, citando que, neste período, a dança foi importante tanto do ponto de vista financeiro quanto emocional para a família. Em 2016 Maddie saiu da Abby Lee Dance Company. Ela é treinada em sapateado, balé, dança lírica, acro, jazz e dança aérea. Maddie tem uma irmã mais nova, Mackenzie Ziegler, que nasceu em 4 de junho de 2004, com o nome de "Taylor Frances Ziegler" (que também é uma dançarina ativa no Abby Lee Dance Company).

Até 2013, ela frequentou a Sloan Elementary School, antes de sair para estudar em casa.







terça-feira, 15 de agosto de 2017

VALERIAN E A CIDADE DOS MIL PLANETAS - Crítica



Por Gary Dowell para o site DARK HORIZONS.

(Não contém spoilers.)

O retorno muito esperado de Luc Besson à space opera e ficção científica pop não é o pior filme de 2017, mas eu juro que ele se esforça muito para ter essa honra. Baseado na longeva série em quadrinhos, o filme tem um visual muito bonito de se olhar, mas também é um teste vazio, idiota e sem sentido da paciência do espectador.  

É um choque e uma decepção, que se ergue na forma de uma sensação ruim que surge após uma sequência de abertura  promissora e visualmente extasiante, e que lá pelo meio do filme gera uma metástase, quando se percebe que a cena dos créditos de abertura e a pequena parte de Rihanna como a dançarina  transmorfa vão ser os únicos grandes momentos do filme.




A trama - o pouco que existe - é assim: Quatrocentos anos no futuro, um planeta paradisíaco é destruído por um inesperado evento incendiário. Corta para Han Solo Diet, quer dizer, Valerian (Dane DeHaan) e sua colega/namorada Laureline (Cara DeLevigne), agentes especiais para a Federação Unida dos Humanos em uma vaga missão para recuperar um MacGuffin* e entregar para seu oficial superior, o Comandante Fillitt (Clive Owen). Desse ponto em diante, Valerian e Laureline vão gastar cerca de 90 minutos sendo atirados de um cenário à outro com um mínimo de desenvolvimento dramático, até a batalha final obrigatória.

A grande falha de Valerian é que ele não é sobre nada, no fim das contas. Mal tem uma história ali, os arcos dos personagens são quase não-existentes, e as camadas de assuntos são ignoradas largamente, o que é uma pena porque o filme cria uma oportunidade de ouro para fazer algum comentário social antes de sair vagando, distraído pelos objetos brilhantes de sua direção de arte.



Enfim, o filme poderia ter corrido melhor se os protagonistas fossem pelo menos carismáticos e divertidos, mas DeHaan e DeLevigne estão paralisados e com olho de peixe morto em praticamente todas as cenas. Provavelmente não é culpa deles; Besson mergulha fundo na magia do CGI (animação digital) como se fosse sua única chance de fazê-lo, e seus atores são enterrados debaixo daquilo que pode ser descrito como um Guardiões da Galáxia dirigido por um Willy Wonka enlouquecido.

E para completar, Valerian e Laureline são um casal genérico da tela pensados como um soldado adorável e sua bela amante de longa data; mas no entanto, a rotina "Eu-te-amo-casa-comigo/você-é-um-idiota-com-problemas-de-relacionamento" é tão truncada, estereotipada e levemente abusiva (gaslighting) que eles passam por aqueles casais insípidos e enjoados que você gostaria que levassem sua discussão na fila do mercado para bem longe.

O que sobra é um O Quinto Elemento com um orçamento muito maior e sem restrições. Entenda como quiser.

*MacGuffin é um nome genérico que se dá para um objeto que é usado para motivar o protagonista durante a trama. Ele pode ou não ter importância narrativa.

Leia a crítica original aqui.





FURACÃO - TIME LAPSE



Imagens da tempestade que atingiu Porto Alegre com a velocidade equivalente a um Furacão Categoria 1 (119 km/h).

Bairro Floresta, ao lado do Shopping Total.

Transformador de energia explode duas vezes em frente ao shopping a partir do minuto 3:10 (A primeira em velocidade normal e na segunda vez, em câmera lenta).

As imagens foram feitas em câmera lenta com uma GoPro para pegar os raios, mas são colocadas em velocidade normal em alguns momentos para se ter uma ideia da velocidade do vento e da chuva.



Estranha luz azul-esverdada e laranja nos céus a partir do minuto 0:20. Provável reflexo de explosão de transformador ou subsestação em curto.

Provável Subestação de energia em curto no horizonte a partir do minuto 1:15.

Transformador de energia explode atrás de prédio a partir do minuto 2:30.

As imagens foram feitas em câmera lenta com uma GoPro para filmar a assombrosa quantidade de relâmpagos.

domingo, 13 de agosto de 2017

sábado, 12 de agosto de 2017

THOR: RAGNAROK - Trailer Oficial


O novo trailer de THOR:RAGNAROK vem com uma pegada muito mais cômica do que os trailers e filmes anteriores. Aparentemente, Thor foi "Guardianizado".




quarta-feira, 9 de agosto de 2017

CULTURA EM DECLÍNIO - EP. 1 - QUAL DEMOCRACIA?


Criada por Peter Joseph, diretor da trilogia ZEITGEIST, essa série em 6 episódios faz uma análise crítica de vários aspectos da sociedade contemporânea. Para quem acha que está tudo errado no mundo e gostaria de tentar entender como e porquê.







sábado, 5 de agosto de 2017

A MÁSCARA EM QUE VOCÊ VIVE - Trailer


Este ótimo documentário sobre como a sociedade força meninos e homens a fingirem ser algo que não são e nem querem ser é essencial para entendermos muito do nosso nocivo comportamento masculino.
No NETTFLIX com o nome THE MASK WE LIVE IN.




sexta-feira, 4 de agosto de 2017

DIONISO - GRAPHIC NOVEL



DIONISO por apenas R$ 32,00 com frete grátis!

PDF por R$ 7,00. Envio de link para baixar por e-mail.

Encomendas pelo e-mail jerridias@hotmail.com

A obra

Suspense sobrenatural erótico, "Dioniso" é a primeira publicação nacional totalmente produzida em arte digital 3D. Edição da Editora AVEC om fino acabamento em capa dura, tamanho 21 x 28 cm, e 114 páginas em papel couchet.



Sinopse

Adriano Ferri, um detetive particular e sua amiga Marcela envolvem-se em uma trama onde rituais pagãos e mitos antigos provam que ainda não estão mortos.

Os autores

Jerri Dias já publicou a graphic novel “Zarathustra” e escreveu para revistas como a “Made in Brazil”, “A3 Quadrinhos”, “Dum-Dum” e outras. No campo do audiovisual, reúne prêmios com os curtas de horror “Estrada”, “Desaparecido” e a comédia “A Vingança de Kali Gara”.

Também é premiado no cinema o roteirista, diretor e ilustrador Pedro Zimmermann. Consta em seu currículo um Kikito de Gramado como melhor roteirista pelo longa “Diário de um Novo Mundo” e premiações pelos curtas de ficção científica “Mapa-Múndi” e “Eco de Longa Distância”. Seu trabalho mais recente é a minissérie de TV nacional de ficção científica, “Oxigênio”.



Trechos de Críticas

"Olha, devo lhes admitir que essa parte da Graphic é muito bacana, e obviamente que instiga a mente nerd de qualquer um que tenha um parco conhecimento de mitologias diversas, fazendo-nos imaginar que essa história pode render muitas e ótimas continuações explorando justamente essa treta entre Deuses diversos, mesmo que qualquer leitor iniciado no mundo Vertigo já tenha visto algo similar… O assunto ainda rende, e é praticamente inesgotável dada a imensa gama de divindades e culturas mitológicas do nosso mundo."
Hell - site Melhores do Mundo

"DIONISO nos traz deuses, figuras mitológicas, belas mulheres, terror e muito sangue. Com um roteiro que prioriza a estrutura e o background onde foi construída e com ilustrações que interagem bem com o que é contado. DIONISO é uma história com gostinho de quero mais."
Eddy Venino, site Sobre Café e Cigarro

"Já vou adiantar: a HQ tem sangue, esquartejamento, putaria, mulheres peladas e quem espera ver os “lábios da rata” das meninas… chegou ao lugar certo! Combinando mitologia grega, ocultismo e as mais avançadas técnicas de edições de imagens, DIONISO foi planejado por quatro mãos que já possuem ampla experiência na arte de contar histórias.
Site Dínamo Estúdio



domingo, 30 de julho de 2017

LIGA DA JUSTIÇA - Trailer 3


Agora a porra ficou séria!

Notei muita gente conjecturando nas redes sociais se o Super iria aparecer ou não no filme, o que me fez concluir duas coisas:
1) Galera não presta atenção direito no final do trailer.
2) Galera assiste tudo em tela pequena no celular e não consegue ver a capa vermelha fora de foco do Homem de Aço.





EXPLOSM - Animação


Seleção de alguns dos mais engraçados e bizarros vídeos da série CYANIDE & HAPPINESS.
Assistam sempre até o final ;-)
Com legendas em português.
Se não tiver legendas, é porque não precisa.







segunda-feira, 17 de julho de 2017

BLADE RUNNER 2049 - Trailer 3


Bom, o clima noir se foi, está ali mais servindo de referência ao antigo.
O trailer está formatado pra chamar atenção da galera que quer adrenalina, mas acho que não está agradando ao pessoal que está esperando conteúdo similar ao original.
Mas como é o Villeneuve e ele curte um cinemão mais pensante, podemos ter boas surpresas.





ADAM MCKAY - Diretor



Adam McKay (1968 - )não é aquele grande diretor que costuma concorrer a Oscars como Woody Allen ou tem uma legião de fãs fiéis como  Peter e Bobby Farrelly. Na verdade, só nesta década é que fui notar como o cara era bom e dominava a sua arte. E quando ele juntou a comédia besteirol com crítica político-social em OS OUTROS CARAS, ele simplesmente ascendeu ao nível dos grandes diretores do gênero. E a seguir deu um grande passo ao buscar a comédia dramática no excepcional A GRANDE APOSTA, filme sobre a crise americana de 2008 que derrubou economias no mundo inteiro e concorreu ao Oscar. Assunto do qual ele já havia começado a tratar em OS OUTROS CARAS.  Mas antes disso vieram várias ótimas comédias com seu parceiro de produtora (Gary Sanchez Productions) e ator-fetiche, Will Ferrell, com o qual trabalha há muitos anos e com quem co-escreve os roteiros da maioria de seus filmes.

Mas para entender melhor seus filmes e seu processo de trabalho, selecionei perguntas de entrevistas sobre filmes diferentes , pois nada melhor do que saber do próprio diretor.

Sobre OS OUTROS CARAS

Como o filme foi criado? O conceito de paródia veio primeiro? E Will Ferrell estava definitivamente envolvido?

Existe sempre um ponto onde você encontra aquilo que procura. No caso de O ÂNCORA: A LENDA DE RON BURGUNDY (2004), foi Will que assistiu uma entrevista com um âncora de TV dos anos 70 falando sobre como eles eram sexistas. E foi o tom de voz dele que Will adorou. Como RICK BOBBY - A TODA VELOCIDADE, foi o NASCAR, Bush, os estados caipiras da América. Mas com este filme, foi na verdade um jantar com Mark Wahlberg.

Nós saímos com ele e Will e Mark sentaram um ao lado do outro e Mark nos fez rir a noite toda. Ele é um ótimo cara, muito engraçado. E qundo eu fui embora eu disse "vocês dois tem que fazer um filme, essa foi uma das químicas mais interessantes e bizarras que eu já vi e ele (Mark) certamente sabe como jogar ."

Essa foi a gênesis do projeto, e somente por olhar eles e baseado no histórico de Mark, eu pensei, bem, deveria ser uma comédia de ação. Nós ainda não havíamos feito aquilo, e isso era muito empolgante.

E então eu tive esse ideia dos outros caras, os caras que ficam nas mesas ao lado dos superastros. E pra ser bem franco, foi só lá pela metade da coisa toda que eu percebi que nós estávamos fazendo um filme de parceria policial. Não nos passou pela cabeça porque, vamos encarar, de uma certa forma é um gênero quase morto.

Na verdade, eu diria que o único filme bom de parceria policial feito nos últimos 10 anos foi CHUMBO GROSSO. Não consigo lembrar de mais nenhum. Então, de repente a gente tava tipo, "Ah, meu Deus.
Estamos fazendo um filme de parceria policial," e nós estávamos tentando mesmo não fazer daquilo uma paródia. Mas, apenas pela qualidade de ser um filme de parceria policial, ele é uma paródia. É como fazer uma comédia que é um Western.

Imediatamente, é uma paródia, mesmo que nós estivéssemos fazendo tudo diferente, ou tentando mudar as coisas. Você sabe que tem que acertar determinados pontos e é assim que funciona. Logo a gente meio que sabia disso. Nós falamos, "Então tá, vai ser um filme de parceria policial. Vamos fazer o melhor pra fazer dele o mais original e engraçado que pudermos. Provavelmente vamos fracassar em alguns pontos, e nesses pontos vai ser uma paródia." Foi assim que começou.

Leia a entrevista completa .


 

Sobre TUDO POR UM FURO

Como se desenvolve um roteiro desses?

Bom, foi sempre sobre aquela ideia.  Assim que se tem essa espinha dorsal, o tema principal, você constrói tudo ao redor disso. Assim que tivemos a ideia do canal de notícias 24 horas, nós soubemos, "O filme vai ser sobre isso." Então escrevemos um texto de 25 páginas que era um monte de merda que a gente queria ver no filme. Não precisa ter nada a ver com a história. Pode ser tão aleatória quanto uma canção romântica para um tubarão, vale qualquer coisa. A primeira de todas, Ferrell disse, "Eu acho que ele precisa tocar flauta de jazz." E nós... "Boa. Ele vai tocar flauta de jazz." E aí você tem esse monte de ideias amontoadas e quando acaba você vai e tenta aplicá-las no tema principal. Você examina o que cola e o que não cola. E às vezes você diz, "Foda-se! A gente vai colocar isso de qualquer jeito." E outras vezes... "Bem, não tem jeito de fazer isso funcionar." Tirando isso, você faz suas guias, faz o primeiro tratamento, que normalmente tem 160 páginas e é uma confusão só. Aí você ajeita aquilo e acaba com 120 páginas. A gente nunca para de reescrever. Você faz outra leitura de mesa, basicamente até começar a gravar, e você fica reescrevendo constantemente. A ideia é ter um roteiro tão forte que te permita improvisar porque você sabe que tem um bom roteiro. Então, junto com a improvisação, a pressão vai embora. Você não depende tanto dele.    

Leia a entrevista completa .





Sobre A GRANDE APOSTA

Como você alterou seu estilo de comédias besteirol para A GRANDE APOSTA? Você trabalhou com o Diretor de Fotografia Barry Ackroyd nele, com uma estética câmera na mão e acompanhamento de personagens. Em uma conversa recente com Paul Thomas Anderson, você mencionou que comédia são gravadas tradicionalmente com planos estáveis, centrados nos atores, enquanto quem em A GRANDE APOSTA você conseguiu ótimas risadas com uma câmera que praticamente voava pelo ambiente.

Acho que toda história, todo filme, tem uma forma como necessita ser contado. Eu acredito que a forma serve a função. E no caso desta história, eu senti que ela era um história oposta à MARGIN CALL - O DIA ANTES DO FIM  e WALL STREET, que são mais sobre o lado do poder. Esta é mais sobre os caras nervosos, marcados pela pena e levados pela ansiedade que estavam na beirada de tudo. Por isso eu sempre soube que queria gravar esse filme num formato verité, meio que num estilo Costa-Gavras. Eu assisti vários filmes dele. E quando se começa a falar desse estilo visual, tem um nome que vem a frente de todos que é o Barry Ackroyd, uma dos melhores Diretores de Fotografia vivos. Nós não queríamos ficar presos num monte de planos médios parados de pessoas em celulares - nós queríamos estar dentro desses momentos, sentir a incerteza, a ansiedade e a empolgação desses caras.  

A parte que me surpreendeu foi que, normalmente, na comédia te dizem para manter o plano bem parado pra deixar o ator e as ideias criarem a comédia, e não o plano. E eu fiquei empolgado ao ver nesse filme que mesmo tendo essa estética verité, nós estávamos conseguindo boas risadas - o que me fez pensar que o público está se tornando rapidamente bastante sofisticado em relação a estéticas visuais. 

Leia a entrevista completa .


domingo, 2 de julho de 2017

INUMANOS - Trailer



E as séries de super-heróis continuam bombando tanto na TV quanto no cinema. Agora é a vez da saga dos Inumanos, criados por Jack Kirby e Stan Lee para uma história do Quarteto Fantástico.
Não espero muita coisa da série, mas espero que seja interessante, dada a origem cósmica dos personagens.




ALEX ROSS - Galeria

 Clique para ampliar.


Quadrinhista americano, popular por suas HQs de realismo fotográfico. Embora seja mais conhecido do grande público por seu trabalho nas duas grandes editoras de “comics” (Marvel e a DC Comics), Alex Ross também realizou trabalhos para outras companhias e empresas. Ele é, por exemplo, co-criador da série “Astro City”, série de super-heróis publicada pela Image e Homage.

Entre os trabalhos de Ross destacam-se "Marvels" (Marvel, 1994, minissérie em quatro partes) e "O Reino do Amanhã" (DC, 1996). No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, Ross lançou em parceria com Paul Dini histórias em formato tablóide comemorando o aniversário de 60 anos dos ícones "Superman", "Batman", "Mulher-Maravilha" e "Capitão Marvel".

Outros trabalhos incluem os gibis de "O Exterminador do Futuro" (baseado no filme), "Miracleman" (o antigo "Marvelman"), "Tio Sam", "Terra X", "Space Ghost" e "Fantasma".

Texto do site Guia dos Quadrinhos.











 Em colaboração com Bruce Timm.


sábado, 17 de junho de 2017

PANTERA NEGRA - trailer


Mal saiu o trailer de Pantera Negra e alguns racistas andaram reclamando de que o filme tem negros demais. 90% dos filmes americanos é composto de elenco majoritariamente branco, mas basta aparecer um filme diferente que aí não pode.


SOCIEDADE DA VIRTUDE - Animação


O diretor e um dos idealizadores do PORTA DO FUNDOS, Ian SBF escreve e dirige essa série nacional tipo exportação (em inglês com legendas em português) sobre super-heróis.

Deixo aqui o trailer e os dois primeiros episódios dessa genial paródia sobre o universo super-heróico.





sexta-feira, 2 de junho de 2017

VALERIAN E A CIDADE DOS MIL PLANETAS - Trailer



Valerian é um dos mais conhecidos quadrinhos franceses de ficção científica e essa superprodução parece fazer justiça à obra do grande roteirista Pierre Christin e do ilustrador Jean-Claude Meziéres. Apesar de tudo, confesso que tenho medo da direção de Luc Besson, que costumo achar muito artificial, especialmente quando ele trabalha com excesso de efeitos especiais e esquece de focar nos personagens em favor da ação hiperbólica. Espero estar errado.




NATALIE PORTMAN - Galeria



Natalie Hershlag nasceu em 1981 em Jerusalem, Israel. Sim, ela é israelense e o sobrenome Portman foi adotado após ela começar a trabalhar em filmes e para que não fosse importunada ou reconhecida no colégio, onde usava seu nome de batismo.

Aos 11 anos foi descoberta por um agente de modelos em um pizzaria e embora tenham tentando emplacá-la nessa carreira, ela mesmo preferiu tentar ser atriz. Após alguma prática no teatro, ela estreou no cult movie O Profissional (Leon, 1994) aos 13 anos. Apesar de eu achar que o filme tem um roteiro ruim, eu fiquei hipnotizado com a presença dela na época. Pois é, muito adulto ficou meio envergonhado de sua fascinação por ela na época. Foi a Chloe Moretz dos anos 90.

Da mesma forma ela atraiu olhares de grandes diretores da época e lá foi ela trabalhar com Martin Scorsese (Fogo Contra Fogo) e Tim Burton (Marte Ataca!).  Nessa época ela já era vegetariana há alguns anos  e em 2009 assumiu o veganismo e hoje tem até sua marca de calçados veganos.

Em 1998 ela foi escalada para ser a futura mãe da Princesa Leia na mega aguardada "continuação" de Star Wars. Infelizmente os filmes ficaram muito abaixo do nível da trilogia original e a carreira de Portman quase acabou por conta da nova trilogia, pois como Lucas não dirigia atores, ela foi deixada a própria sorte e entregou uma performance fraca durante anos seguidos. Sua sorte mudou em 2004, quando Mike Nichols a chamou para atuar em Closer: Perto Demais e pode comprovar seu talento para papeis dramáticos.

Finalmente, em 2010, Darren Aranofski a catapultou ao Oscar com seu filme Cisne Negro. Depois de receber o cobiçado troféu de Melhor Atriz, ela não fez boas escolhas e atuou em filmes que não fizeram muito sucesso com a crítica ou que a deixassem explorar seu potencial. Blockbusters como a franquia Thor da Marvel a mantém visível, mas não garantem muito mais do que um bom contracheque.  Mas eis que em 2016 ela é indicada para o Oscar novamente por Jackie. O que demonstra que ela ainda tem fôlego, basta escolher os filmes certos. 










Clique para ampliar.



sexta-feira, 26 de maio de 2017

SUPERGIRL (EUA, 2015 - ) - 1ª Temporada

Você vai acreditar que uma mulher pode voar.
A Personagem

Nos quadrinhos, Supergirl fez parte da leva da família de kryptonianos que viviam surgindo na Era de Prata, incluindo até mesmo um Super-Cavalo. Criada em 1958, ela é certamente a melhor e mais duradoura personagem dessa fase um tanto sem noção.  Embora ela tenha tido diversas variações e nomes diferentes ao longo das décadas, Kara Zor-El é o mais popular. Nos quadrinhos, sua melhor fase foi a escrita por Peter David e ilustrada por Gray Frank (foi publicada pela editora Abril).


 Capa original da primeira aparição de Supergirl.

A Série

Atenção: contém spoilers.

Como Flash, Supergirl também se baseia no carisma e simpatia de sua protagonista, Melissa Benoist. Apesar de ter menos dramaticidade do que Flash, a intenção da série é justamente ser mais leve e ingênua do que as demais séries da DC produzidas pela Warner. Uma resposta dos produtores ao tom mais sombrio e tenso do Superman dos filmes da DC no cinema? Provavelmente.

O fato é que o público está gostando das aventuras de Garota de Aço e como a própria série faz questão de apontar, o empoderamento feminino também faz parte da narrativa. Um ótimo exemplo para o público jovem feminino.  E para os rapazes também.

Ótimo poster promocional emulando capa de quadrinhos e a famosa corrida entre Flash e Superman.

Na primeira temporada, Supergirl revela sua existência para a humanidade (embora suas ações acabem basicamente restritas à National City por conta do orçamento), enfrenta vilões kryptonianos que estão há muitos anos no planeta (e que por alguma razão não conseguiram derrotar Superman nem conquistar o planeta pela força), se associa a uma agência secreta responsável por monitorar e prender criminosos alienígenas (um MIB metido a sério), conhece O Caçador de Marte (que mesmo quando não precisa, faz questão de permanecer humano) e finalmente tem um crossover divertido com Flash (Grant Gustin) no episódio Melhores do Mundo (Aeeeeee).

Além de muitas referências aos filmes, séries passadas e quadrinhos, o elenco conta com participações pontuais de Helen Slater (a Supergirl cinematográfica de 1984) e Dean Cain (o Kael-El de Lois & Clark - As Aventuras de Superman, série dos anos 90). A primeira temporada também conta com a atriz Laura Vandervoort (a Supergirl de Smallville) como Indigo, uma versão feminina de Brainiac com um visual completamente Mystique (versão cinematográfica). E entre os muitos atores, duas curiosidades bizarras: uma atriz chamada Harley Quinn Smith e um ator chamado Justice Leak (de Justice League?).

 Boa parte do orçamento vai em efeitos especiais.
Embora alguns fiquem acima da média, sempre tem aquelas cenas em que você nota a falta de grana.

Apesar dos 3 milhões de orçamento por episódio serem um valor bem alto para uma série de TV, a série sempre deixa a desejar nas sequências de lutas, mesmo comparadas com o Superman II com Christopher Reeve. Golpes que deveriam mandar adversários dezenas de metros para trás ou afundá-los no asfalto, não são diferentes de nenhuma briga entre mortais comuns. Isso até acontece, mas com muita economia. Uma solução simples, rápida e barata para isso seria tremer a cena digitalmente para dar a impressão de onda de choque e adicionar um som impactante a cada golpe. Também colocar um flash branco (como faziam nos desenhos da Liga) no momento do impacto de um golpe não faria mal algum. Isso tem o custo zero de alguns frames em branco.

A primeira temporada ficou em 39º lugar entre as mais assistidas e manteve uma média de quase 10 milhões de espectadores.  Mas a renovação para a segunda temporada só foi possível porque os produtores conseguiram reduzir seus custos originais ao se mudar para Vancouver, no Canadá, local onde muitas séries americanas são gravadas por conta de mão de obra mais barata. Isso fez com que Calista Flochart (Cat Grant) deixasse a série porque ela estipulou em contrato que só  trabalharia nela se permanecesse em Los Angeles. Mas foi acordado que ela viajaria para o Canadá para participações especiais na segunda temporada.

Com participação do próprio Superman, Flash e outros heróis na segunda temporada, Supergirl tem potencial para voar mais alto se diminuir um pouco certos draminhas bobos dos personagens e se concentrar em diálogos mais divertidos (não necessariamente engraçados).  


O trailer foi criado para chamar o público feminino e dá a impressão de uma comédia romântica com música pop de mau gosto, mas o seriado consegue ir um pouco mais além disso.


Quando eu acabar de assistir a segunda temporada, tem mais.  
   

terça-feira, 16 de maio de 2017

THE ORVILLE - Trailer


Depois do excelente Heróis Fora de Órbita (Galaxy Quest, 1999), finalmente alguém (Seth MacFarlane) percebeu que já tinha passado da hora de fazer uma nova paródia de Star Trek. Mas desta vez, para a TV. Mais uma série pra lista. 

A COMPANHEIRA DO FUTURO - Tecnologia




Sabe aquela pessoa que é ligada na tomada 220V?

Matéria originalmente publicada no G1. 
Com comentários meus nas fotos e entre parênteses.

O engenheiro catalão Sergi Santos, que mora em Rubi, no norte de Barcelona, construiu uma boneca sexual com inteligência artificial. A boneca chamada Samantha consegue responder a diferentes estímulos verbais.
(Ele não disse que tipo de estímulos verbais. Seria algo tipo "tô carente", "eu te amo, você me ama?", "faz um boquete"?)

A boneca criada pelo engenheiro especializado em nanotecnologia pesa 40 quilos, tem olhos verdes e cabelo longo.
(Mas não tem bom gosto pra roupas.)


Ele acredita que sua criação poderá ajudará a muitas pessoas que sofrem com a falta de afeto.
(No meu tempo essa falta de afeto tinha outro nome.)

Santos espera atrair investimentos para o projeto e, dessa forma, converter este protótipo em um produto personalizado para cada cliente.
(Já comecei a juntar dinheiro.)


Sergi mostra ao repórter como ensinou Samantha a fazer um boquete. 
"Eu ensinei com o dedo primeiro, porquê tinha medo de levar choque no pau."



domingo, 14 de maio de 2017

A VIGILANTE DO AMANHÃ - trailer


Confesso que apesar do design primoroso, acho a animação original meio chata. Acredito que o filme possa ser mais dinâmico nesse sentido, mas parece que não agradou nem aos fãs e nem aos não-iniciados.




Planeta próximo à Terra pode ter atmosfera com água e metano - Ciência

 Representação artística de Gliese 132 b.


por Leticia Fuentes (revista Veja)

Link original aqui.

Com um peso semelhante ao da Terra e um diâmetro apenas 50% maior, o Gliese 1132 b é possivelmente um dos planetas mais parecidos ao nosso já encontrados. Depois de analisar atentamente sua atmosfera, um grupo de cientistas europeus acredita ter encontrado indícios da presença de água e metano. O estudo está passando por revisão e será publicado no The Astrophysical Journal.

“Nós mostramos que um planeta com a massa da Terra é capaz de sustentar uma atmosfera densa”, diz à Scientific American John Southworth, conferencista em astrofísica na Universidade de Keele, na Inglaterra, e líder da pesquisa.

Com descobertas cada vez mais frequentes de exoplanetas que apresentam condições favoráveis para abrigar uma atmosfera habitável, uma nova barreira está sendo ultrapassada pelos cientistas ao estudar um astro com um tamanho próximo ao da Terra. A maioria dos candidatos a esse título já descobertos são muito maiores e mais quentes do que o nosso planeta. O primeiro exoplaneta potencialmente habitável a apresentar um diâmetro semelhante à Terra foi o Kepler-186f.

O Gliese 1132 b, no entanto, é relativamente fácil de ser estudado, já que fica a apenas 39 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), uma distância próxima em termos cósmicos. Ele também apresenta a vantagem de orbitar uma estrela-anã do tipo M, que corresponde às menores e mais frias estrelas, sendo mais fácil para os astrônomos investigarem a atmosfera do planeta. O problema, no entanto, é que planetas do tamanho da Terra que orbitam esses astros geralmente não conseguem sustentar uma atmosfera por causa da atividade intensa de suas estrelas.




Como os cientistas acreditam que possa ser o pôr-do-sol em outros planetas supostamente habitáveis já descobertos em comparação com a Terra.


Parente próximo

Segundo a Scientific American, a equipe estudou a atmosfera do Gliese 1132 b usando uma variação de um método utilizado para identificar exoplanetas, baseado no trânsito do corpo celeste ao redor de sua estrela visto da Terra. Quando o planeta se movimenta, ele bloqueia uma porção da luz emitida pela estrela, lançando uma sombra em direção ao nosso sistema solar. A atmosfera do planeta absorve uma pequena parcela dessa luz perto dos limites da sombra, filtrando certos comprimentos de onda de acordo com sua composição – e é por meio da observação desse fenômeno que os cientistas conseguem descobrir os elementos presentes.

Usando o telescópio MPG/ESO, localizado no Observatório Europeu do Sul (ESO, sigla em inglês) no Chile, a equipe monitorou nove passagens do Gliese 1132 b por uma grande variação de comprimentos de onda, incluindo óticos e infravermelhos. Com as medições, os cientistas projetaram um espectro simples, que mostra a quantidade de luz a cada comprimento de onda. Em alguns deles, os resultados mostraram uma maior absorção, indicando a possibilidade de existir água, metano ou ambos na atmosfera do planeta, em quantidades semelhantes às presentes no ar da Terra.

Com os dados, os astrônomos também conseguem estimar a densidade do corpo celeste, assim como sua possível composição. Considerando que a atmosfera pode conter vapor d’água, um possível modelo sugere que o Gliese 1132 b se pareça a um oásis vaporoso, com uma quantidade considerável de água em volta de um núcleo rochoso. Os cientistas afirmam que outros modelos, com uma proporção maior de rochas, também sejam possíveis, embora não se possa confirmar a composição exata do interior do planeta.


quinta-feira, 11 de maio de 2017

MULHER-MARAVILHA - Trailer final


Saiu o último trailer do filme da super-heroína mais aguardada desde os anos 80.  O hype em torno do filme só cresce e agora é torcer para que a diretora Patty Jenkins (Monstro) tenha conseguido fazer um bom trabalho sem interferência demasiada da Warner.
Será que teremos participação de algum herói da DC Comics da época em que se passa o filme?

HARMONY NICHOLAS - Fotografia












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