domingo, 23 de abril de 2017

STAR WARS - Humor






"Jovem eu era.
Do dinheiro eu precisava."







STAR WARS - OS ÚLTIMOS JEDI - Teaser


O trailer é mais uma edição emocional de cenas para os fãs do que algo que contemple a história, mas é por isso que se chama teaser e não trailer. ;-)


domingo, 9 de abril de 2017

FLASH - Série


FLASH - A PRIMEIRA TEMPORADA - CRÍTICA

CONTÉM SPOILERS.

Flash

Criado na chamada Era de  Ouro dos Quadrinhos,  em 1940, Flash era um super-velocista conhecido como Jay Garrick e após o cancelamento de sua revista, a DC Comics o ressuscitou em 1959, na Era de Prata, com uma nova identidade e uniforme. A reciclagem funcionou tão bem que esse é o Flash que perdura até hoje em praticamente todas as versões televisivas e cinematográficas. O Flash original acabou sendo reutilizado em uma Terra paralela e tem participação frequente nas revistas  que contam aventuras da Terra-2.


O Flash dos quadrinhos sempre foi um adulto de 30 anos.
Por motivos de público-alvo e possível longevidade da série, os produtores preferem começar com os personagens numa faixa etária de 25 anos ou menos.
Arte de Alex Ross.

Sinopse

Barry Allen é um jovem cientista forense que após ser vítima de um acidente quântico com um acelerador de partículas, torna-se um meta-humano capaz de atingir velocidades incríveis.

A série

O que a DC Comics não conseguiu fazer ainda com seu universo cinematográfico, conseguiu realizar na TV.  Após duas bem sucedidas temporadas de Arqueiro (Arrow), uma das melhores opções de heróis urbanos sem super-poderes na impossibilidade de uma série de Batman, Arqueiro utiliza vários dos inimigos, roteiros e até diálogos dos quadrinhos e filmes do Cavaleiro das Trevas. Apesar do excessivo tom dramático  para uma série adolescente, o que a torna caricata, já na segunda temporada de Arqueiro, são introduzidos três personagens de Flash: Caitlin Snow (Danielle Panabaker ), uma jovem e linda bioengenheira genética; Cisco Ramon ( Carlos Valdes ), um jovem cientista pau pra toda obra que está ali representando todos os nerds e para servir de alívio cômico na maior parte dos episódios; e o próprio Flash (Grant Gustin), mas ainda apenas como Barry Allen, pois os episódios em que ele aparece são antes do acidente, que só ocorrerá no primeiro episódio de Flash.


Flash e Arqueiro (Stephen Amell).
Cross-overs e team ups entre as séries e os heróis são o que torna as séries da DC ainda mais divertidas.
Além dos heróis-títulos, diversos outros personagens superpoderosos como Eléktron, Nuclear, Gavião Negro e Mulher-Gavião vão sendo introduzidos no chamado Arrowverso (Universo televisivo de Arrow).


Ao contrário de Arqueiro, que por ser caricato demais em sua seriedade, falha em tornar o drama mais humano, Flash é uma série mais luminosa, leve e engraçada e justamente por não se levar a sério demais como Arqueiro, consegue ser mais convincente quando os desafios humanos e meta-humanos precisam ser enfrentados. E  assim o personagem consegue engajar o espectador em sua aventura de lidar com seus dramas e tragédias pessoais de tal forma que arrisco dizer encontra paralelo em outro grande personagem dos quadrinhos: Peter Parker/Homem-Aranha.

Em parte isso se deve em grande parte ao carismático ator Grant Gustin, que dá ao seu Barry Allen/Flash uma grande dose de simpatia e vulnerabilidade com a qual o espectador pode se identificar, junto com a vontade de transcender seus limites e medos pelos que ama. A sequência em que viaja no tempo para tentar salvar sua mãe é verdadeiramente comovente.

A crítica e profissionais também tem se rendido a série, que já recebeu diversos prêmios pela performance de Grant Gustin e seus efeitos especiais bem acima da média para produções do gênero. 

E alguém já disse que um herói só é bom se o vilão for melhor ainda e o que Arqueiro (até a quarta temporada) e Supergirl (na primeira temporada) falharam em entregar, Flash entrega logo nos primeiros episódios o Dr. Harrison Welles (vulgo Eobard Thawne, vulgo Flash Reverso). Em um outro grande acerto de escalação de atores, Tom Cavanagh consegue construir um vilão ainda mais interessante e ambíguo do que o Lex Luthor de Michael Rosenbaum em Smallville. Colocando-se tanto como mentor, amigo e algoz de Flash e seus colegas, o espectador nunca sabe exatamente quais são os planos do vilão e a tensão cresce a cada episódio sobre o que ele fará em seguida. O que é o mínimo que toda série de super-heróis deve fazer com o espectador: garantir ganchos interessantes e excitantes para que ninguém queira perder o próximo episódio.  E Flash consegue isso quase sempre.

Mas além do arco central da série, que é Barry libertar seu pai da prisão, resolver o mistério da morte de sua mãe quando criança e enfrentar Harrison Wells/Flash Reverso, a série mantém a mesma estrutura dos quadrinhos e seriados de super-heróis: a cada revista/episódio, um super-vilão diferente.  Aí reside o ponto fraco de Flash. Por ele ser um super-herói poderoso demais, mesmo limitado a velocidades supersônicas, a maioria dos vilões que ele enfrenta poderiam ser fácil e rapidamente derrotados. Especialmente vilões armados como Capitão Frio, um vilão com uma personalidade interessante, mas cuja ameaça direta vem apenas de uma arma congelante que Flash poderia tirar de sua mão em um piscar de olhos, mas nunca o faz por conta de artimanhas preguiçosas e infantis dos roteiristas.


Flash Reverso/Harrison Welles na interpretação de Tom Cavanagh é o grande trunfo da primeira temporada.


Mas enfim, apesar de algumas bobagens adolescentes típicas deste tipo de série e exagerar um pouquinho no drama às vezes, a direção geral é boa e os diretores se revezam tentando enquadramentos interessantes numa tentativa de deixar sua assinatura na série que se tornou a mais popular e divertida do universo DC na TV.

E para quem não sabe, o Arrowverse compreende as séries Arqueiro, Flash, Constantine, Supergirl e Lendas do Amanhã. E todos os heróis fazem aparições pontuais e importantes nos seriados uns dos outros, mostrando que quando quer, a DC consegue fazer um universo integrado e que funciona.
           
Trailer

quinta-feira, 6 de abril de 2017

HOMEM-ARANHA: DE VOLTA AO LAR - Trailer 2


Mais um empolgante trailer do super aguardado reboot do personagem.
Infelizmente o trailer contém spoiler da cena mais impactante do trailer original. Bola fora da Marvel.


segunda-feira, 27 de março de 2017

CHARLES RANDOLPH - Entrevista

Na entrada da cerimônia do Oscar, quando receberia e estatueta pelo Melhor Roteiro Adaptado.

O roteirista

Ex-professor de filosofia, Charles Randolph desistiu da vida acadêmica para perseguir uma carreira como produtor e roteirista na competitiva indústria americana. E depois de conseguir ver nas telas alguns de seus roteiros nas mãos de bons diretores como Alan Parker (A Vida de David Gale, 2003) e Sidney Pollack (A Intérprete, 2005), Randolph encontrou um ótimo parceiro no diretor Adam McKay. Conhecido pelas ótimas comédias com o amigo Will Ferrell, McKay já havia abordado o assunto da crise financeira de 2008 na excelente comédia Os Outros Caras (2010). Juntos, ambos adaptaram o complexo livro de Michael Lewis (A Jogada do Século) em A Grande Aposta (2015), uma sofisticada comédia de humor negro sobre a pirâmide financeira que promoveu uma crise cujos impactos sofremos até hoje.  O roteiro de A Grande Aposta recebeu 20 prêmios de Melhor Roteiro Adaptado em festivais e associações cinematográficas, incluindo o Oscar. Atualmente Randolph trabalha no remake de Os 10 Mandamentos e e um western a ser dirigido por Martin Scorsese, St. Agnes' Stand.

A entrevista

Você escrevia antes de deixar de lecionar?

Bem, eu lecionei na Europa. Lecionei em Viena, na Áustria. Eu focava todo ano em vários formatos e estudos culturais. Certo ano eu me interessei por documentários e fiz alguns documentários educacionais para escolas, na verdade para a Procter & Gamble. Eram filmes sobre biologia. Basicamente educação sexual sob uma perspectiva biológica. Também fiz uma exibição em um museu.

Então eu fiz várias coisas como essa. E comecei a estudar longas e fiz algumas palestras em Los Angeles na USC sobre o estado de vários gêneros americanos. E também entrevistei vários escritores sobre esses gêneros todos e acabei conhecendo os irmãos Sperry e um de seus produtores me pediu para escrever algo para eles, algo que eles acabaram nunca pegando. Entrão foi uma daquelas coisas nas quais eu já estava interessado e por isso não foi uma transição artificial. E eu não feliz para onde minha área acadêmica estava indo. Em adição à isso, o prazer de sentar e criar algo é simplesmente fenomenal.


Steven Carrell e Ryan Gosling.
"O que admiro no filme e no livro de Michael é que o personagem Baum (Steven Carrell) tinha o potencial para extrapolar e colocar na tela o cara que era a própria doença que ele dizia poder curar (...)."


Como você foi parar no filme A Grande Aposta? Eu sei que o livro foi comprado pela Paramount e Adam McKay acabou embarcando dentro. Você estava no projeto antes de McKay?
 

Sim, eu estava. Acho que o livro ainda estava sendo escrito quando a Plan B (produtora de Brad Pitt) o comprou junto com a Paramount. A Paramount o comprou para a Plan B. Eles me ligaram e disseram: "Ei, temos um projeto. Nós adoramos o livro. É do Michael Lewis."

Eu já o tinha encontrado algumas vezes e disse: "Com certeza." Eu o li em 24 horas é é um livro fantástico por todas essas razões que você sabe e tantos outros também. O livro conseguiu explicar o que aconteceu em 2008 ao mesmo tempo em que apresentava esses personagens extraordinariamente engajados que nos faziam sentir que eles poderiam estar em um filme.

Eu pulei dentro e escrevi o roteiro, e o entreguei quatro, cinco meses depois. Trabalhei nele e então ele meio que travou. Acho que para a Paramount era um mundo terrivelmente abstrato e havia esses questionamentos sobre identificação.

Levou bastante tempo porquê nós tínhamos que descobrir um forma de ensinar os espectadores e ao mesmo tempo apresentar essas ideias de forma dramática. A sequência da Flórida não está no livro e eu meio que tive que escrever ela do nada, então eu comecei com algo que eu conhecia - coisas sobre hipotecas e corretores de imóveis, inquilinos e proprietários. Este filme é para as pessoas que não pertencem a área financeira, então, assim que acabei essas 8 páginas, eu entendi que aquilo era um ótimo tom divertido para colocar no resto do material. E então eu comecei a trabalhar nas coisas do livro. Fiz muita pesquisa. Fiquei sabendo dos 20 maiores hipotecários de Manhattan. Eu provavelmente conhecia dois ou três dele pessoalmente, por acaso, e eles me colocaram em contato com um monte de gente.

Eu não estava como o Michael, que escreveu quase logo após o acontecido, e por isso eu sentia esses personagens de uma forma mais distante. Mas foi fascinante descobrir que quase todas as pessoas com quem falei não tinham ideia do que elas estavam negociando. Você negocia informação, certo? Se você trabalha no banco, você basicamente usa o conhecimento que você tem sobre para onde o mercado está indo através da qualidade de produtos que você está criando ou vendendo. Então eles negociavam informação, mas poderia ter sido cotação do feijão - ninguém tinha um entendimento real do produto subjacente. No momento em que aconteceu, no momento em que eu percebi que Michael Lewis sabia cem vezes mais do que as pessoas que fazem milhões e milhões negociando essa coisas, me senti muito mais confiante no que iríamos fazer com o filme porque naquele ponto era assim: "Ok, estamos em uma posição confortável porque podemos jogar um monte de coisas nas pessoas." O que eu estava esperando era aquele tom onde tem tanta coisa vindo pra cima de você, e você não consegue absorver de jeito nenhum, mas ainda assim você consegue pegar a essência da coisa. Existe um certo tipo de prazer nisso. Eu estou enrolando um pouco, mas a Disney tem esse esquema em seus parques quando eles organizam um espetáculo, como um show de fogos, onde eles se asseguram em exaurir a capacidade dos visitantes de absorvê-lo. Você está imerso em um excesso de estímulos prazerosos, e é por aí que começamos, porque o filme conecta com uma bela metáfora para as pessoas que realmente estão nesse negócio. Eles não entendiam seu produto e eles não entendima o que estava acontecendo no mercado. Nós queríamos colocar o espectador naquela posição emocional de "O quê está acontecendo?"

  
Ryan Gosling e Adam McKay.

Sobre a colaboração com o diretor Adam McKay: "As coisas que eu sempre gostei, ele manteve. E algumas das coisas que eu estava em dúvida, essas foram as que ele alterou. Então eu percebi que compartilhávamos uma certa sensibilidade e sabia que ele realmente estava melhorando o roteiro. Ele me encontrou no meio do caminho."  
 

Quando Adam (McKay) finalmente recebeu o material e o leu... Ele havia lido o livro antes, adorado e feito uma conexão com ele. E quando ele pegou o roteiro, ele disse: "Eu quero filmá-lo."

Ele embarcou e fez algumas coisas que foram muito bem sacadas. Uma delas foi achar uma forma de quebrar a Quarta Parede e apresentar esses interstícios para pausar o filme e esclarecer alguns conceitos financeiros. E fazendo isso, sobrepôs isso nos outros meta artifícios, o que permitiu ao filme ter uma voz separada e diferenciada dos outros personagens, o que foi bastante agradável.   

Ficou com um sensação de quase documentário onde o diretor fala conosco e isso se torna o locus da nossa conexão emocional com o filme onde nós poderíamos fazer aquela coisa onde estamos torcendo pelos personagens mas então o filme meio que se volta contra eles e diz: "Espera um pouco. Você está torcendo por eles, mas não deveria."

Links

Os trechos desta entrevista foram selecionados dos seguintes sites (clique para ler as entrevistas originais na íntegra) :

Forbes

The Film Stage

Deadline


domingo, 26 de março de 2017

LIGA DA JUSTIÇA - Trailer 1


Este novo trailer foca bastante na ação sem apresentar detalhes da história ou qualquer conflito dos personagens. Zack Snyder gosta de utilizar canções de rock/pop em seus filmes, mas como a bomba Esquadrão Suicida usou o mesmo artifício estético e musical em seu trailer, ficou uma sensação ruim de déjà-vu.




domingo, 19 de março de 2017

BERNIE WRIGHTSON (1948 - 2017) - Ilustrador



Bernie Wrightson se foi e deixou sua marca nos quadrinhos de horror, fantasia e ficção científica. Dono de um traço original como poucos e um mestre na arte da ilustração em preto e branco, Wrightson influenciou e continuará influenciando novas gerações de artistas que sempre lhe prestarão a devida homenagem.

Adeus e obrigado por dar vida aos nossos pesadelos mais aterrorizantes de uma forma que todos nós pudéssemos nos maravilhar com eles.











Clique para ampliar.


sábado, 18 de março de 2017

SOBRE PSEUDOEXPLICAÇÕES - Comentário






SOBRE PSEUDOEXPLICAÇÕES QUE AS PESSOAS CRIAM NAS SUAS MENTES 
PARA DAR SENTIDO A SUA IGNORÂNCIA E PRECONCEITO


POLÍTICA

Neoliberais conservadores odeiam comunistas/socialistas modernos porquê eles vão tomar suas terras, casas, carros, celulares, cuecas, calcinhas e o conteúdo de suas geladeiras para dividir com todo mundo.



RACISMO

Brancos racistas odeiam negros e índios porquê estes últimos querem ter os mesmo privilégios e freqüentar os mesmos restaurantes, transar com mulheres brancas e até pegar suas vagas na universidade para dominarem tudo e finalmente escravizarem o homem branco.



FEMINISMO
Homens machistas odeiam feministas porquê elas vão colocar eles pra cuidar das crianças e da casa, concorrer de igual pra igual no trabalho, assumir cargos de comando em todas as áreas e mandar castrar todos os homens.



HOMOFOBIA
Pessoas homofóbicas odeiam LGBTs porquê a Bíblia disse, porquê eles trocam carinho publicamente, porquê não se pode ficar de costas para eles e porquê vão influenciar seus filhos e talvez elas mesmas a se tornarem homossexuais e travestis (e muitos podem acabar gostando).



VEGANISMO

A maioria carnista odeia vegetarianos e veganos porquê eles protestam contra a tortura de animais, criticam o sistema atual do agronegócio e pior,  vão colocar o churrasco no lixo, tirar a carne da boca deles e instaurar um tribunal internacional para julgar e condenar todos os comedores de carne à uma vida e morte similar a dos animais de abate. 



sexta-feira, 17 de março de 2017

ATÔMICA - Trailer


Aeon Flux não foi um grande filme de ação para Charlize, mas Atômica parece ser.


SEREIAS - Documentário



Esse excelente documentário falso flerta com a pseudociência da criptozoologia, que investiga animais mitológicos. Já fizeram um sobre dragões e dois sobre sereias. Diversão garantida.


quarta-feira, 15 de março de 2017

EDWARD SNOWDEN - Entrevista


Entrevista com o ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos exilado na RÚSSIA, que denunciou como o governo americano espiona e hackeia celulares redes sociais de qualquer pessoa sem autorização judicial e sem critério algum.




MULHER-MARAVILHA - Trailer 3


O último e espetacular trailer do filme.


sexta-feira, 10 de março de 2017

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL 2 - Trailer


O primeiro Guardiões da Galáxia foi o filme mais colorido e infanto-juvenil da Marvel, ou seja, não me agradou muito, mas entendo o sucesso do filme entre o público entre os 9 e 25 anos. Mas se Capitão América conseguiu evoluir de um primeiro filme morno para o melhor filme da Marvel com o Soldado Invernal, quem sabe?...

Jmes Gunn fez um ótimo filme de heróis com Super, estou torcendo para que ele recupere o deboche e ironia desse filme.


QUARTETO FANTÁSTICO E O SURFISTA PARTEADO - Clip 2

Fantastic Four - Rise of the Silver Surfer - Clip 2 from Jerri Dias on Vimeo.


Mais um clip em cima do filme de Tim Story, mas este ficou mais uma espécie de trailer com final alternativo para o filme ;-)


ALIEN COVENANT - Trailer


Será que Ridley Scott vai cumprir o que promete dessa vez ou vai repetir o fiasco que foi PROMETHEUS?


O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 2 - Clip

The Amazing Spider-Man 2 - Tribute from Jerri Dias on Vimeo.


Mais uma edição com trilha épica.


DEADPOOL 2 - Teaser


O melhor teaser-trailer do ano. Sim, ninguém vai fazer um melhor do que esse. Top top!


THOR - Tributo

Thor - Tribute from Jerri Dias on Vimeo.

KONG - Trailer



Só eu que achei o trailer meio paradão?

QUARTETO FANTÁSTICO E O SURFISTA PRATEADO - Clip 1

Fantastic Four - The Rise of the Silver Surfer - Clip 1 from Jerri Dias on Vimeo.


Como já fiz com outros filmes, esse é mais um clip que editei com a trilha épica do Two Steps From Hell.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

FESTIVAL CARL REINER & STEVE MARTIN


O diretor Carl Reiner e o ator comediante Steve Martin fizeram quatro filmes juntos, o primeiro deles, O PANACA é uma comédia besteirol  classe A cheia de situações nonsense e absurdas, começando com o fato do personagem de Martin ser um pobre homem negro criado nas favelas da Louisiana ;-)


Sua segunda parceria, CLIENTE MORTO NÃO PAGA causou sensação na época por conta da espetacular edição que, sem efeitos digitais e com muita criatividade, colocava Steve Martin atuando junto com os maiores astros de Hollywood dos anos 40. Um roteiro esperto e divertido que garantiu muitos elogios da crítica.


A terceira parceria da dupla, aqui vergonhosamente entitulada O MÉDICO ERÓTICO, nos deu um filme mais bobo do que realmente engraçado, mas que tem alguns bons momentos e a deusa Kathleen Turner em seu auge.





INJUSTICE 2 - Trailer




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

GUARDIÕES - Trailer



O cinema russo também quer entrar na onde de super-heróis e lança sua primeira super-produção do gênero.




TOM HOLKENBORG (Junkie XL) - Trilha Sonora



Tom Holkenborg é compositor e DJ holandês e depois de fazer sucesso entre as paradas de Trance e Rock eletrônico como Junkie XL, passou a fazer ótimas trilhas sonoras, como comprovam os trechos selecionados.




segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

iBOY - Trailer


Misto dos gêneros de ficção científca e super-herói, iBOY tem uma premissa estilo LUCY. Inclusive, seria coincidência que uma das personagens se chama Lucy?


LUKE CAGE (Marvel's Luke Cage, EUA, 2016) - Série

Herói a prova de balas. Já a série...


Atenção: esta crítica contém SPOILERS.

Sinopse

Luke Cage é um presidiário inocente, que após sofrer um experimento químico ilegal na prisão, desenvolve força sobre-humana e pele impenetrável. Após fugir da prisão, tenta viver incógnito no Harlem. Mas com amigos sendo mortos pela quadrilha que domina o bairro, Cage decide fazer justiça.


Até certo ponto é divertido ver Cage derrotando bandidos comuns, mas um herói sem desafios reais não é um herói.


O personagem

Luke Cage, junto com Pantera Negra e o Falcão, é um dos primeiros super-heróis negros da Marvel. Criado em 1972 por Archie Goodwin, John Romita e George Tuska, Cage teve uma carreira irregular ao longo de mais de 40 anos, mas teve grandes momentos como a série CAGE de Brian Azzarello e Richard Corben (leia a crítica aqui).



A versão de 1972 e a versão 2016 dos quadrinhos.


A série  

LUKE CAGE é uma série do Netflix criada por Cheo Hodari Coker baseada nas histórias em quadrinhos do super-herói homônimo da Marvel. O personagem interpretado por Mike Colkter já havia feito ótimas aparições na série JESSICA JONES, o que garantiu uma boa expectativa do público quando a série foi anunciada.

Infelizmente, a série não atingiu o mesmo patamar narrativo de DEMOLIDOR e JESSICA JONES. Com sérios problemas no que tange ao desenvolvimento do personagem e das situações em que se envolve, o roteiro padece de um ritmo lento, desencontrado e com diálogos fracos.


O personagem Pops (sentado) é outro erro do filme. Mentor típico desse tipo de narrativa, participa pouco, morre logo e o espectador não se importa, por mais que o roteiro tente dar importância para ele.


Claro, a série consegue prender atenção nas sequências de ação, nas apresentações musicais (apesar do excesso delas) e para quem é fã e acompanha o universo cinematográfico da Marvel, toda referência é divertida. Os personagens também poderiam ser mais interessantes, se, como disse, houvesse maior tridimensionalidade neles e menos diálogos ruins saindo de suas bocas.

Mike Colter (Luke Cage), por exemplo, teve um grande impacto em JESSICA JONES, mas aqui, tendo que carregar o filme nas costas, revela uma certa limitação para aprofundar nuances do personagem.
Durante a série, por culpa da enrolação dos roteiristas, seu personagem está sempre migrando da indecisão para a ação e vice-versa, o que acaba irritando um pouco o espectador. César Soto, do G1, disse que o motivo da procrastinação para que Cage não acabasse logo com seus inimigos no filme é porque ele era poderoso demais e isso poderia ser feito logo no primeiro episódio. Assim, ficam arranjando motivos nada convincentes para que Cage não dê conta do recado rapidamente.


O personagem Shades (Theo Rossi), de óculos, é um capanga interessante, mas não chega a ser ameaçador e interessante como o assessor do Rei em Demolidor.


Com Cage brincando de Hamlet negro comendo pelas beiradas sem resolver as coisas, o mesmo tem que fazer os outros personagens, prejudicando todo o andamento do que poderia ser uma ótima série.

A série só começa a ficar boa lá pelo 6º episódio, quando Cage finalmente sofre um atentando que coloca sua vida em perigo. Mas para uma série que só tem 13 episódios, isso é bem chato. Com um novo elemento, as balas Judas, inseridas no contexto, Cage já não é mais tão invencível assim e isso é o que se espera de filmes de heróis, que eles enfrentem vilões que podem realmente matá-los. Se o herói não sofre perigo algum e não é uma comédia, qual é a graça?


Quando a pessoa não vai tratar de traumas infantis na terapia, acaba virando um vilão ressentido.


A segunda grande falha do roteiro é a motivação do vilão Diamondback ((Erik Laray Harvey), que se revela meio-irmão de Cage e que, aparentemente se tornou um gangster apenas para se vingar do irmão super-herói. Não tenho certeza se é bem isso pois não fica claro, mas quando Diamondback finalmente surge, todo o interesse dele em traficar armas se esvai pela sua sede de vingança pelo irmão, motivada porquê?
Por Cage ser o preferido do papai! A intenção dos roteiristas em dar uma motivação infantil dessas para um vilão adulto ameaçador saiu pela culatra. Ao invés de dar profundidade ao personagem, só o fez parecer ridículo. "Meu, vai fazer um ano de terapia que passa!" Mas enfim, o mesmo aconteceu com Loki em THOR e ele conseguiu superar isso em OS VINGADORES e também porque era Tom Hiddleston. Não sei se Diamondback terá essa sorte.

O melhor da série em termos de atuações acabam ficando por conta das mulheres com a presença recorrente da belíssima Rosario Dawson (como Claire Temple) e de Simone Missick (como a policial Misty Knight). Quando Misty leva aquele tiro no braço em um dos episódios finais, tenho certeza que todos os leitores torceram para que ele perdesse o membro. Ah, e também temos Sonia Braga interpetando a mãe mexicana de Claire, mas isso é apenas um mimo para nós, brasileiros. A série tenta falar um pouco de racismo, mas sem muito sucesso, pois ele é mais citado do que visto, já que 90% dos personagens principais são negros, incluindo políticos, policias e gangsters, sobram poucos representantes brancos para demonstrar o racismo do sistema.


Apesar do roteiro mais furado do que a camisa de Cage, Rosario Dawson e Simone Messick ajudam o espectador a manter o interesse em seus personagens.


Bem, agora é torcer para que a série PUNHO DE FERRO não cometa os erros de LUKE CAGE e se mantenha no nível de DEMOLIDOR e JESSICA JONES, criando vilões à altura do personagem e situações que realmente empurrem a trama para a frente e não para trás.


COLOSSAL - Trailer



Kaiju invade a cidade de Seul.
Mas ele é um monstro diferente de todos os outros...


O SENHOR DOS ANÉIS - Humor


 Gandalf andava pela Universidade de Minnesota durante a época de provas, gritando para as pessoas:
"VOCÊ NÃO VAI PASSAR!"



 "CARA, CADÊ MEU ANEL?"





"Se ele decidir fazer o Silmarilion, nós vamos ter emprego pro resto da vida."