terça-feira, 27 de outubro de 2009

CIA DAS PRATELEIRAS - Direito do Consumidor

Esses caras devem estar querendo montar uma estante para livros.


Nada como querer organizar um pouco a sua casa e se incomodar por quase um mês com a incompetência dos outros!
Abaixo, o relato do meu martírio pequeno-burguês.
Leiam que vale a pena, pois é tão engraçado, patético e trágico quanto a Cia das Prateleiras de Porto Alegre!

Diário dos meus dias no Inferno das Prateleiras

Dia 18/09 – Entrei na loja e disse que queria prateleiras pra colocar meus livros, pro vendedor já saber que precisava de prateleiras que pudessem suportar bastante peso. Comprei 6 prateleiras (3 brancas, 3 azuis) com 1,40 m por 25 cm. E 12 tucanos de aço cromado, cada um, que segundo o vendedor Dante, suportavam 15 kgs cada, ou seja, eu poderia colocar 30 Kgs em cada prateleira.
Quando eu vi que o nome do vendedor era Dante, eu devia ter suspeitado que as portas do Inferno das Prateleiras iriam se abrir diante de mim.
O Dante disse que entregariam em duas semanas.
Paguei R$ 300,00 no cartão e mais R$ 320,00 à vista.

02/10 – Duas semanas se passaram. Ninguém me ligou. Liguei no meio da tarde para o Dante. Disse que estavam prontas. Se estavam prontas porque não ligou? Apesar de trabalharem no sábado, disse que poderiam instalar na segunda. Tudo bem, mas se sabem que vai ficar pronta em duas semanas, porque não se organizam pra entregar e instalar no mesmo dia ou no dia seguinte?

05/10 – No início da tarde, turno combinado para entrega e instalação, o responsável pelas entregas, Everton, liga às 14:00 hs. avisando que um funcionário não foi trabalhar, atrasou tudo e eles só vão montar na terça, mas que poderiam entregar naquele dia. Sem stress, eu disse que não precisava, afinal, melhor fazer tudo de uma vez e eu não iria precisar ficar esperando ninguém.

06/10 – Esperei a tarde toda e o montador Antônio chegou às 17:40 hs. com as prateleiras. Mas havia esquecido os tucanos na loja. E a loja fecharia às 18:30 hs. Eu disse pra ele ir lá e pegar e ele disse que não sabia se daria tempo e eu já senti que ele estava só fazendo onda, que ele não iria voltar. Eu disse pra ele me ligar se não pudesse e ele nem se deu ao trabalho. Claro que eu notei que ele havia feito exatamente o que o Éverton havia proposto no dia anterior, só entregar sem montar. Coincidência? Naquele dia até podia ser, mas agora só acho que foi pura sacanagem mesmo.
Antônio falou que se não desse tempo, voltaria no dia seguinte na primeira hora da tarde.
Ah, eu havia tirado meu PC e tudo o mais da sala pra não pegar pó da parede. Pra nada. Remontei tudo novamente.

07/10 – Nesse dia, esperei e ninguém apareceu. Não lembro se liguei reclamando, pois já liguei tantas vezes pra lá que é impossível lembrar de tudo.

08/10 – Tirei todas minhas coisas do escritório novamente. Antônio apareceu no meio da tarde e instalou. Apesar de ter pago a instalação, ajudei-o, até pra não ficar sem nada o que fazer e adiantar as coisas.
Ele comentou que, apesar do prédio ser antigo, as paredes não tinham tijolo, apenas reboco ou concreto e eu disse que se não fosse ficar firme ali, podia colocar no corredor, que é parede externa do prédio e deveria ter tijolo. Mas ele disse que tinha ficado firme, então tudo bem.
Depois de tudo pronto, reparei que alguns cabeçotes dos tucanos de aço cromado (que deveriam ter brilho) pareciam ter sido resgatados de um incêndio: com aparência de queimado e algumas manchas pretas. Mostrei ao Antônio e ligamos para o Éverton, que se comprometeu em trocá-los.
Recoloquei minhas coisas no escritório.

09/10 – No dia seguinte, no fim da tarde, veio um novo montador e substituiu os 3 tucanos “queimados” por novos. Tirei minhas coisas da sala novamente. Quase 10 minutos ele levou pra desparafusar e recolocar um tucano entre prateleiras porque não tinha espaço para a chave de fenda. Eu havia sugerido a ele pra tirar a prateleira debaixo que atrapalhava os movimentos mas ele disse que dava trabalho. Ao final, a prateleira do meio ficou mal instalada e eu disse pra ele que teríamos mesmo que tirar a debaixo pra ele poder instalar corretamente a do meio. Sabe quanto “trabalho” deu pra retirar a prateleira debaixo? 30 segundos!
Aí, enquanto ele arrumava aquela, fui tirar outra prateleira pra ele poder colocar os tucanos de forma correta. Levei 20 segundos pra tirar a prateleira. Um “trabalhão”, quase morri!
Ele foi embora e eu finalmente iria poder organizar meu livros e caixas de papel nas 6 prateleiras.
Coloquei 3 caixas de papel (eu pesei depois: 8 kgs) em uma prateleira e aí me deu fome e fui fazer a janta.
Estava jantando e levei um susto com um estrondo.
Fui na sala e a prateleira azul onde havia colocado as caixas havia caído com tudo no chão. Um pedaço do acabamento azul quebrou e das duas buchas, apenas um ficou na parede, a outra saiu completamente. A parede, entretanto, fora os buraquinhos, estava intacta. Quer dizer, se a parede fosse fraca, algum pedaço dela teria quebrado.
Era noite, a loja já estava fechada.
Me dei conta de que não havia calculado o peso da prateleira em si, mas mesmo que ela tivesse algo entre 10 e 15 kgs, ela deveria ter agüentado os 8 kgs das caixas de papel. Mas aí eu me dei conta de que eu queria colocar uns 30 kgs de livros em cada prateleira e havia esquecido de somar o peso da prateleira junto. O Dante também esqueceu de mencionar isso. Acho que é algo que o vendedor deveria avisar o cliente, que tem que calcular o peso da prateleira junto.
Resolvi fazer uma pesquisa na internet e descobri o mesmo tucano, mas com um aviso que ele só suportava 9 Kgs. por unidade. Então o Dante teria me vendido tucanos que suportavam apenas 18 kgs mais uma prateleira que pesava por volta de 10 kgs.?

10/10 – No sábado, acordei mais cedo que queria pois não lembrava do horário de funcionamento e queria falar com alguém antes do meio-dia.
Falei com a gerente Daniela e fui grosso com ela, porque a essas alturas, com toda a enrolação pra instalar e com a queda eu já não tinha mais paciência.
Resumi tudo o que tinha acontecido.
Ele pediu desculpas, foi atenciosa, disse que não sabia de nada, que a fábrica estava fechada e que ia pedir uma prateleira nova com urgência na terça, depois do feriado.
E disse que o montador deveria ter colocado uma espuma especial dentro da parede pra segurar bem a bucha, mas não o fez. Ela disse que é isso o que costumam fazer quando acham que a parede não vai segurar.

13/10 – Ligo no meio da tarde e falo com o Dante, reclamo com ele sobre os tucanos e ele diz que cada fábrica tem uma especificação de peso diferente para os tucanos. Confirmo isso ligando pra outra empresa, que diz que os mesmo tucanos aguentam 20 kgs. Tenho que dar a ele o benefício da dúvida. Mas por medo dessas prateleiras pesadas caírem em cima de mim, do meu PC, impressora e tudo o mais, encomendo mais 6 tucanos. Agora, supostamente, cada prateleira suporta 45 kgs. Ou 27 kgs, na pior das hipóteses.
A prateleira ainda não havia sido encomendada, reclamo e ele diz que vai pedir com urgência.

19/10 – A urgência deles em fazer uma única prateleira é a mesma do Judiciário pra julgar penas de assassinato contra gente rica. Eu ligo, porque eles não estão nem aí. O Dante diz que vão entregar só na terça ou quarta.
Por alguma razão, não acredito nele.

20/10 – Sem acreditar que a estante estaria pronta vou lá pra pagar mais R$ 100,00 pelos tucanos. Claro que a prateleira não está pronta.
Falo com o Everton, pergunto qual o peso da prateleira que eu comprei, já que isso pode fazer alguma diferença entre ela cair ou não na minha cabeça.
Ele responde que não sabe.
Eu pergunto se eles não tem balança.
Ele diz que não. Mas concorda com minha estimativa de 10 à 15 kgs.
Porque isso não é uma surpresa?
Como uma empresa que vende suportes com limite de peso não sabe o peso inicial (prateleira) que elas terão que sustentar?

21/10 – Na quarta, ligam pra instalar na quinta. Consigo a balança da vizinha emprestada e pesando várias coisas pra conferir que ela está correta, descubro que a prateleira pesa apenas 6 kgs. Aproveito e peso meus livros. Com 3 tucanos em cada uma, elas devem resistir com 10 kgs de folga ou mais.

22/10 – Na quinta vem o Everton e o Antônio pra instalar a prateleira azul nova e os tucanos, numa tentativa de mostrar que se importam tanto com o cliente que mandam dois funcionários. Antes tivessem mandado só o Everton.
Tirei tudo do escritório novamente.
Eu resolvo conferir os tucanos na caixa de ferramentas do Antônio, pra ver se estão em boas condições. Confiro e coloco 2 de volta quando o Antônio diz que posso colocá-los na caixa de ferramentas do Éverton. Coloco os outros 4 na caixa do Everton.
Pergunto da espuma e eles dizem que como minha parede aparentemente não tem tijolo, a espuma pode causar fissuras e rachaduras e na pior hipótese, abrir um buraco na parede. Se eles estavam mentindo pra economiza espuma, dificilmente saberei.
Começam a furar parede e desta vez, o Everton coloca buchas maiores e troca algumas, pros tucanos ficarem mais firmes.
Porque o Antônio não fez isso da outra vez?
Antônio vai embora, atender outro cliente.
Nessa hora pensei em quantos clientes eles atrasaram o atendimento por minha causa e seu eu mesmo não estaria nessa situação por causa de um sem número de mal atendimentos da empresa...
Antes de ir, eles conferem pra ver se o Everton não vai precisar de alguma coisa da caixa de ferramentas de Antônio. Eles decidem que está tudo ok e eu penso em dizer pra eles reconferirem, só pra ter certeza. Mas o infeliz aqui não diz nada...
Algum tempo depois Everton está fazendo os últimos ajustes e pra adiantar, eu resolvo tirar a prateleira de seu pacote de papelão e noto que ela parece um pouco maior do que deveria ser e no papelão está escrito: 1,50 m x 30 cm. Everton resolve abrir e diz que a prateleira azul é branca. Bom, mas a espessura estava correta: 25mm. Palmas pra eles!
Aí ele diz que a culpa deve ser da fábrica e liga pra loja pra confirmar, mas como eu não escuto o que dizem do outro lado da linha, fico com dúvida de quem foi o erro na hora de pedir. Ele diz que como é culpa da fábrica, eles tem que fazer com urgência (a velha urgência) e entregar no dia seguinte.
Ele então vai finalizar os tucanos e no dia seguinte é só vir colocar a prateleira. Moleza. Moleza?
Everton então percebe que Antônio levou os dois tucanos embora sem perceber, apesar de ambos terem conferido a caixa de ferramentas.
Nessa hora me passou pela cabeça se o Everton não seria o Ivo Landa e que se eu começasse a espancar ele, ele gritaria pela produção e tudo seria uma pegadinha e todos daríamos boas risadas e eles me pagariam uns mil reais pelo incômodo.
Mas não era nada disso, era só uma empresa cheia de gente atrapalhada mesmo.
O Everton foi embora e notei que ele não havia instalado uma tampa plástica preta de proteção dos tucanos na prateleira do meio. Notei isso depois de ter colocado todos os livros na prateleiras. A proteção estava sobre um dos tucanos sem prateleira.

23/10 – Desmarquei minha fisioterapia pra esperar eles. Nada de prateleira.
Como eles não viriam, tirei os livros das duas prateleiras, tirei a prateleira de baixo, afrouxei o tucano da prateleira do meio e coloquei a proteção. Recoloquei a prateleira e os livros.
Precisava isso se o Éverton tivesse prestado atenção? A proteção não é uma coisinha pequena.
O Antônio me ligou no fim da tarde, claro, pra dizer que a prateleira não tava pronta, que podia ir entregar no sábado pela manhã.

24/10 – Sem confiar, nem coloquei o despertador pra tocar. Ás 11 hrs. o Antônio liga dizendo que tá na fábrica e que acha melhor entregar na segunda.
Brigar pra quê? Ele não queria vir mesmo.

26/10 – Segunda, no meio da tarde, eu ligo e pergunto direto pra recepcionista que horas eles pretendiam me ligar pra dizer que só entregariam no dia seguinte. Ela disse que iria verificar e me ligaria de volta.
Quinze minutos depois ela ligou de volta e disse que um funcionário havia se acidentado, mas que ele já estava bem, mas isso havia atrasado os serviços, que o Antôniuo estava em Viamão e poderia só voltar entre as 18:00 hs e 20:00 hs. Eu disse que não me importava, ele podia vir a qualquer hora. Não veio.
Bom, sobre o “acidente”, não acreditei muito, mas pensei que se fosse verdade, deveria ser um funcionário que instalou mal as prateleiras de algum cliente e elas caíram antes do previsto.
Não preciso nem comentar que o Antônio não veio.
Eu disse que no outro dia não podia.
Eu tinha outras coisas pra fazer.

27/10 – Antônio ligou querendo vir na primeira hora da tarde (ah, tá!) e eu tinha fisioterapia e outras coisas. Por desespero, topei que ele viesse depois das 16:00 hs.
Cheguei as 15:30 e fiquei fazendo minhas coisas e fazendo algumas ligações. Em duas ligações notei o sinal de que alguém estava tentando falar comigo. Cia das Prateleiras?
Como ninguém ligou mais, marquei acupuntura pras 18:00 hs. As 17:45 hs, Antônio liga querendo passar aqui. Diz que está em Viamão. Eu digo que só depois das 18:30 hs e que se ele não ligasse pro meu celular pra garantir, eu iria direto ao mercado.
Não ligou, fui ao mercado. 19:03 hs ele liga dizendo que está perto da minha casa. Eu chego em casa, ele chega 15 minutos depois, coloca a prateleira rapidamente e vai embora, esquecendo de levar embora a prateleira quebrada e a prateleira errada que eles fizeram. Eu também não lembrei, mas também não posso ficar fazendo tudo por eles não é?
E pra arrematar, conferi a prataleira instalada e percebi que um dos parafusos ainda deu quase 10 voltas antes de ficar realmente apertado.
Um primor!

Considerações finais

Se fosse uma empresa correta e organizada, a Cia das Prateleiras teria vindo instalar no dia 3/10 e feito o serviço em 2 horas, no máximo.
A prova da “competência” da Cia da Prateleiras esta aí: 24 dias pra instalar 6 prateleiras no meu mísero escritório!
Resultado: Muitas horas de trabalho perdidas, tanto por eu quanto por eles, muita raiva acumulada, muitos telefonemas pra reclamar, um post denúncia no meu blog que só tem 10.000 leitores por mês, envio deste post pra todos os setores da Cia das prateleiras e pra toda a minha lista de e-mails, além de postar esse texto em mais 3 sites de reclamações contra empresas.
E se a Cia das Prateleiras acha que eu não tenho políticos, um ou outro alto funcionário da prefeitura, empresários, jornalistas, professores e quase toda a área cultural de Porto Alegre na minha lista de e-mail, eles estão enganados.
E amanhã vou no Procon pra ver se é possível registrar queixa contra incompetência e demora abusiva de atendimento.
Talvez a Cia das Prateleiras esteja acostumada a trabalhar com clientes que gastam 10 vezes mais do que eu gastei lá e por isso me tratou como o governo, como cidadão de segunda categoria. Deveria ter um aviso no site e na loja avisando que compras, só acima de R$ 7.000,00 reais pra ser bem atendido.
E eu não duvido que eles liguem botando banca e reclamando disso, porque aqui no Brasil, o cliente está sempre errado e nunca tem razão de nada.

ENQUANTO ISSO...

MÓVEIS ARMIL – Empresa competente e confiável

Dia 28/09 - Compramos duas mesas de escritório que custaram R$ 1.200,00. O vendedor Ben-Hur (Nome de herói de épico romano. Parece que o nome do vendedor faz diferença nessas horas...) nos disse que levaria 30 dias. Só não encomendamos prateleiras lá porque eles não fazem coloridas. Ah, se arrependimento matasse...

Dia 20/10 – A empresa liga agendando a entrega para o dia 23/10. Eles ligaram!

Dia 22/10 – A empresa liga dizendo que já fizeram todas as entregas do dia e que estão com tempo disponível e podem entregar um dia antes do combinado. Eles chegam e entregam, desempacotam e colocam as mesas nos seus devidos lugares.

Resultado: A empresa nos atendeu super-bem e ainda entregou os produtos 6 dias antes do combinado! Eles simplesmente sabem fazer as coisas e não fizeram mais do que a obrigação, mas fazer o que se deve, nesse país de corruptos e incompetentes, acaba tendo que ser elogiado e louvado.
Quem viu o último programa do CQC, com o teste de honestidade com técnicos de lava-roupa sabe do que estou falando.
Recomendo a MÓVEIS ARMIL a todos!
Fica na Osvaldo Aranha, 590 – Bairro Bomfim – Porto Alegre
Fone: 3311 6617
e-mail: moveisarmil@myway.com.br


Com respeito se faz uma civilização!
Com desrespeito se faz a barbárie!

sábado, 24 de outubro de 2009

JOAQUIN PHOENIX - Entrevista




Joaquin Phoenix, irmão do saudoso River Phoenix, é um dos grandes atores americanos de sua geração e nos brindou com grandes performances em filmes como GLADIADOR (2000) e JOHNNY & JUNE (2005). Ano passado ele declarou que iria parar de atuar e foi ao programa LATE SHOW (talk-show que teve praticamente tudo copiado pelo PROGRAMA DO JÔ, inclusive a banda e um assessor de assuntos aleatórios) de David Letterman para, supostamente, falar disso, seu último filme e seu novo projeto de vida.

Mas a entrevista não correu como o esperado...


SOBRE O JOTA QUEST


Eu geralmente não costumo me manifestar aqui sobre os comentários, já que normalmente visito os comentaristas em seus próprios blogs.

Mas como tive várias visitas anônimas e não-anônimas que aparentemente não conhecem meu trabalho ou que são simplesmente mentalmente incapacitadas de diferenciar uma crítica de verdade de uma piada, gostaria de lhes dizer que essa pegação de pé com o Jota Quest é uma mera brincadeira que faço com eles, pois não tenho nada contra os caras, apenas acho as músicas pobrinhas ;-)

E como o pessoal do Jota Quest não é como alguns dos seus fãs que passaram por aqui, até me convidaram (em uma entrevista pra CAPRICHO) pra ir nas festas que rolam depois de cada show pra eu ver como eles são boa gente.

Eu só ainda não fui porque fico desconfiado que pode ser uma armadilha ;-)


P.S. – Se a foto do JQ fosse do CD citado, eu teria escrito embaixo. Mas não escrevi, não é?! Quem não entendeu, nem tente, desista.

E quem quiser ter uma discussão racional e madura sobre qualquer coisa, pode usar meu e-mail ou deixar link pro blog, eu não mordo e nem hackeio ;-)


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ATÉ ONDE VAI - Jota Quest - Crítica

Deve ter muito piolho debaixo disso tudo.

O DIA EM QUE MEU OUVIDO FOI PENICO

Como minha mãe sempre diz, “aqui se faz, aqui se paga”.

E chegou o dia em que, depois de tanto avacalhar o JQ, fui convidado/forçado pela CAPRICHO a escutar um CD inteiro das pobres criaturas!


Meu sofrimento começou com “Libere a mente”, onde minha mente quase saiu do corpo aos primeiros acordes da música.

A segunda, “Sushine in Ipanema”, é um rock dançante que certamente vai botar todo mundo para fora da balada.

“Além do Horizonte” é um alerta de que o rei Roberto devia prestar mais atenção para quem ele deixa fazer cover de suas canções.

“Até onde vai” só Deus sabe, mas eu acho é que eles vão é acabar indo é pra....

“O Sol” é mais uma baladinha chatinha com letra de auto-ajuda..

“Vou a pé” acaba com um “Cuidado com a Kryptonita!” Eles não são super-engraçados, gente?

“Lógica”, obviamente não tem lógica alguma.

Já “Absurdo” tem um verso que diz “Lei da Selva, Brucutú, apressado come cru”. Sem comentários.

“Palavras de um futuro bom” teria tudo a ver se na letra houvesse um prenúncio da dissolução do JQ.

“Já foi” tarde.

“Celebração de um Inútil Desejo” parece música de corno. Será que é auto-biográfica?

“Não dá” mais, tem sangue escorrendo das minhas orelhas!

“Rir para não chorar”, só assim para escutar o CD.

“Starman” é uma jóia riponga anacrônica. Procure um cabeludo piolhento e escute junto.

Jerri Dias recebeu adicional por insalubridade.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

LINHA DO TEMPO – crítica

Cartaz americano da adaptação cinematográfica dirigida por Richard Donner em 2003. Fique com o livro.

O Autor

Michael Crichton (1942 – 2008) deixou eu e milhões de fãs entristecidos com sua prematura morte por causa de um câncer na garganta ano passado. Autor de diversos best-sellers inteligentes como O ENIGMA DE ANDRÔMEDA, O GRANDE ROUBO DE TREM, O PARQUE DOS DINOSSAUROS e ESTADO DE MEDO, Crichton teve uma produtiva e milionária carreira na Literatura, TV e Cinema. Desiludido com a faculdade de Literatura e formando-se médico, Crichton passou a publicar em 1966 e nunca mais parou. Trabalhando com todas as mídias, foi o único escritor a ter três trabalhos simultaneamente listados em 1º lugar em três mídias diferentes: ASSÉDIO SEXUAL como o livro mais vendido, PLANTÃO MÉDICO (que ele criou) como a série mais vista e PARQUE DOS DINOSSAUROS, como a maior bilheteria do ano.
Preocupado com a ciência tanto quanto com a emoção, seus livros costumam ser montanhas russas emocionais repletas de informações sobre as últimas teorias científicas. Tudo escrito de forma interessante, descomplicada e sobretudo divertida. Não foi à toa que ele vendeu mais de 150 milhões de livros e teve várias de suas obras adaptadas para o cinema.

Michael Crichton

Sinopse

Nos contos de fadas, os tempos medievais são românticos, com princesas a serem resgatadas de castelos por nobres cavaleiros e um vilão a ser enfrentado.
Então, não seria legal voltar no tempo e visitar a Idade Média?
Não é o que acham os historiadores Marek, Kate e Chris. Obrigados a resgatar seu amigo e professor que ficou preso no século XIV, eles sabem que vão entrar num ambiente hostil, onde contestar a religião é sentença de morte, as doenças não tem cura e a honra dos cavaleiros só existe em histórias infantis.

Os historiadores, apreensivos na máquina do tempo. E com razão.

O Livro

Pesquisador incansável, Crichton leu centenas de livros sobre História Medieval e entrevistou físicos para construir uma narrativa onde ele pudesse colocar homens modernos, acadêmicos de História, em um confronto direto com seu objeto de estudo. Mais ou menos a mesma premissa de O PARQUE DOS DINOSSAUROS, onde ele confrontava paleontólogos e cientistas com dinossauros vivos. A diferença aqui é que agora existe uma máquina do tempo e tudo é ainda mais perigoso e desconhecido.

Fascinado por viagens no tempo e o choque cultural que ela acarreta para ambos os lados da linha do tempo, li esse livro como há muito não lia um livro, sem pretensões e me divertindo muito . Mesmo tendo visto o filme não gostado, fiquei ansioso por saber o que iria acontecer, adorando as explicações e soluções científicas inteligentes sobre como poderia ser uma viagem no tempo de verdade segundo as teorias mais atuais. Como de hábito, o livro tem muito mais detalhes e é muito mais inteligente do que o filme, que demonstra claramente o que roteiristas burros conseguem fazer com uma boa história. A maior decepção foi constatar que o livro é tão maniqueísta quanto o filme e isso, sinceramente, eu ainda não tinha visto em um livro de Crichton. Ele não precisava disso.

Já fazia alguns anos que eu não lia um livro de Crichton e devo confessar que fiquei um pouco decpcionado, pois percebi que ele não era um escritor tão bom quanto eu me lembrava. Mas eu sei o que aconteceu: nesse tempo eu tive contato com autores melhores, me acostumei com eles e agora a literatura de Crichton me pareceu um pouco travada e ingênua em algumas partes.

Isso se deve talvez ao fato de Crichton já saber de antemão que seus livro seriam adaptados para o cinema e talvez por isso, ele já buscasse agradar o espectador do cinema mais do que fãs de boa literatura. De qualquer forma, pra quem não conhece a obra de Crichton, LINHA DO TEMPO é como os outros livros dele, você senta pra ler e parece que está no cinema, vendo um daqueles filmes super empolgantes, mas com quatro horas de duração!


Não demora muito para que os historiadores sejam capturados. Nem todos voltarão para o presente...

Trecho

Nesse capítulo, Marek, o único historiador que havia estudado lutas medievais, é forçado a lutar com um cavaleiro veterano em um duelo de morte.

“O golpe na cabeça era arriscado se ambos os cavaleiros não o tentassem ao mesmo tempo. Uma lança apontada diretamente para o peito atingia o seu alvo uma fração de segundo antes da lança apontada para a cabeça: era uma questão de angulação. O primeiro impacto deslocava ambos os cavaleiros, tornando o golpe de cabeça mais errático. Mas um cavaleiro habilidoso podia estender sua lança à frente, tirando-a da posição de apoio, a fim de ganhar quinze ou vinte centímetros de extensão e atingir o adversário antes. Você precisava ter uma enorme força no braço para absorver o instante do impacto e controlar o coice da lança, a fim de que o cavalo suportasse o baque; mas assim tinha mais chance de prejudicar a mira e o ritmo do adversário.
Quarenta metros.
Sir Charles ainda mantinha a lança elevada. Mas aí apoiou-a, inclinando-se à frente na sela. Tinha mais controle sobre a lança assim. Iria fintar novamente?
Trinta metros.
Ouviu o trovejar dos cascos e a gritaria da multidão. Os textos medievais advertiam: «Não feche os olhos no momento do impacto. Mantenha os olhos abertos para acertar o alvo.»
Vinte metros.
Seus olhos estavam abertos.
Dez.
O puto ergueu a lança.
Ia tentar a cabeça.
Impacto.”


Quer comprar?




Boa leitura.

domingo, 18 de outubro de 2009

A MELHOR PIOR CENA DE LUTA DE TODOS OS TEMPOS – Filme Trash



Essa é uma cena do filme O DESAFIO FINAL (1993), um trash de artes marciais onde os atores parecem uns animais, pois só rosnam e gritam, incapazes de articular palavras. Reparem no teor homo-erótico que o diretor imprime no momento “tirando-a-camisa-gratuitamente-pra-mostrar-dois-machos-se-pegando-melecados-de-vaselina”.
E no final o espectador ainda se deleita ouvindo os trocadilhos dos protagonistas:
Ela: “Vou ficar de olho em você, Stingray.”
Ele: “É, te vejo por aí.”

Merecia um Oscar!

sábado, 17 de outubro de 2009

CAPRICHO 977

Eu fico irritado quando descubro que usaram photoshop nelas!
Clique para ampliar.

Ei, fizeram uma enquete com os meninos (ed. 974) e nem me perguntaram nada! Então, aqui vai...

O QUE MAIS ME IRRITA NAS MENINAS!

1. Ter cabelo comprido! Sempre que eu abraço, coça o meu nariz e se eu beijo o pescoço, acabo sempre comendo cabelo.

2. Ficar fofocando no celular. Elas vão para longe e eu não consigo escutar nada!


3. Calçar plataforma! Porquê eu sou baixinho e qualquer plataforma me faz olhar a garota de baixo.


4. Usar seio adesivo de silicone! Assim que inventarem peitorais e tanquinho de silicone eu vou comprar para dar o troco.


5. Ir de bando para o banheiro e me deixarem sozinho por meia hora na balada.


6. Mala pesada! Elas sempre levam mais coisas em viagens, mas quem acaba carregando sou eu!


7. Porquê elas nunca chegam em mim e eu, que sou tímido, tenho que chegar!


8. Quando ficam de TPM eu sempre acabo apanhando.


9. Ficar horas no shopping e nunca comprar nada para mim!


10. Comprar CAPRICHO e nunca ler a minha coluna!


Jerri Dias anda muito irritado.


80.000 VISITAS!

Valeu, gente! Contagem regressiva para as 100.000 visitas começando...

domingo, 11 de outubro de 2009

FERNANDA FURQUIM - Entrevista


Conheci a Fernanda Furquim quando tinha 15 anos. Naquela época ela fundou, junto comigo e muitas outras pessoas, o grupo GÊNESIS, dedicado ao gênero Fantástico em todas as suas ramificações. Isso incluía séries de TV, como JORNADA NAS ESTRELAS, da qual Fernanda era fã de carteirinha. Durante dois anos editamos um fanzine chamado MILLENNIUM, no qual Fernanda não participou muito, pelo que me lembro. Mas alguns anos depois, quando o grupo e o fanzine já haviam acabado, Fernanda apareceu com o fanzine TV LAND, que mais tarde se transformaria na revista TV SÉRIES e durante anos seria distribuída por todo o país em bancas e comics stores especializadas, além de ter muitos assinantes. Detalhe: a Fernanda fazia quase tudo sozinha! Infelizmente a revista acabou, mas ela continua no blog REVISTA TV SÉRIES, onde você encontra tudo sobre séries e desenhos animados do mundo todo de todas as épocas, curiosidades e novidades de tudo o que é e foi produzido nos últimos 60 anos de TV!


Claro que a Fernanda acabou se formando em Jornalismo e já publicou dois livros muito bacanas sobre séries de TV:



SITCOM: DEFINIÇÃO E HISTÓRIA é um estudo sobre esse famoso gênero cômico que abrange séries como FRIENDS, SIMPSONS, A GRANDE FAMÍLIA e centenas de outras.


Nas livrarias e aqui.



Já AS MARAVILHOSAS MULHERES DAS SÉRIES AMERICANAS traça um perfil evolutivo da personagem feminina além de curiosidades sobre produções estreladas por mulheres.


Nas livrarias e aqui.


Claro que com todo esse conhecimento, a Fernanda é frequentemente requisitada para escrever matérias e artigos para diversas revistas e até programas de TV. A Fernanda é uma ótima amiga e eu fico muito feliz de ver ela dedicando suas horas de trabalho fazendo coisas pelas quais ela é apaixonada desde a adolescência.


Ufa, me empolguei, falei horrores e não deixei a Fernanda falar. Vamos à entrevista.


Quando foi que você notou que seu interesse por seriados de TV ultrapassava o do espectador comum?


Quando comecei a ler a respeito das produções, entrevistas com roteiristas, diretores, produtores; a ler sobre o mercado televisivo, etc, para tentar entender melhor o universo das séries de TV.

ALÉM DA IMAGINAÇÃO (1958-1964), driblava a censura da época ao falar sobre questões sociais, políticas, religiosas e raciais usando narrativas fantásticas. A série foi tão marcante, que suas idéias já foram reaproveitadas em duas séries homônimas de 1985 e 2002. Até Steven Spielberg homenageou a série com um filme, batizado aqui de NO LIMITE DA REALIDADE (1983).


Hoje existem comunidades no orkut pra cada série de TV existente ou que existiu. Mas com quem você podia dividir essa paixão na adolescência, já que quando você tinha 15 anos, algo parecido com a internet só existia mesmo nos filmes e séries de Ficção-Científica?


Na verdade até mudar para Porto Alegre não dividia com ninguém. Não conhecia ninguém que gostasse de séries. Na época dependíamos de cartas de leitores publicadas em revistas e jornais especializados em cinema e televisão. Lá os fãs disso e daquilo, pediam que outros fãs escrevessem para se conhecerem. Foi assim que, nos anos 80, fui formando uma turminha com quem mantenho contato até hoje.

E como era para conseguir informações sobre suas séries e atores preferidos?


Tinha que importar tudo, não tinha material suficiente no Brasil. Mas naquela época era proibido. Não podíamos enviar dinheiro para fora do país sem enfrentar uma terrível burocracia. Tínhamos que importar via livrarias que cobravam o tal do dólar livro. Tínhamos correspondentes no exterior que às vezes mandavam alguma coisa. Para assinar uma revista era preciso enviar o dólar embrulhado em papel carbono dentro de um envelope, porque não tinha cartão de crédito internacional. Quando viajava trazia algumas coisas também. Era uma luta diária...

JORNADA NAS ESTRELAS (1966-1969) revolucionou a ficção-científica mostrando um futuro onde a humanidade vive a utopia de um mundo sem guerras e se dedica a explorar novos mundos. Exibiu o primeiro beijo interracial da TV, teve mais 5 séries abrangendo o universo criado por Gene Rodenberry e 11 filmes no cinema.


Você acha que sua participação no grupo GÊNESIS e no fanzine MILLENNIUM quando você era adolescente, podem ter te influenciado a fazer teu próprio fanzine?


Com certeza deu maior confiança de que este tipo de publicação era possível. Conviver com pessoas que faziam o fanzine Millennium me ensinou como as coisas funcionam nos bastidores. Mas só fui ter coragem de publicar um fanzine depois de ter passado pela experiência de colaborar com textos para E No Próximo Episódio - ENPE, porque até lá eu não acreditava que era capaz de escrever matérias.

Como foi produzir a TV LAND?


Começou mais como experiência, para saber se eu conseguia. Na época o ENPE estava acabando e eu recebia muitas cartas de pessoas perguntando informações sobre suas séries e atores favoritos. Então pensei em responder a todos ao mesmo tempo e ainda manter o prazer de falar sobre o assunto. Foi aí que surgiu o TV Land em 1995.

AS PANTERAS (1976-1981) foi uma série que ficou mundialmente conhecida mostrando lindas mulheres combatendo o crime. Até uma capa da revista TIME a série mereceu. A loira Farrah Fawcett foi um dos maiores ícones da beleza dos anos 70. E claro, tem dois filmes baseados no seriado.


E a revista TV SÉRIES?


A TV Séries surgiu em 1997 porque o TV Land cresceu tanto que se transformou em revista. Na época o Fernando Henrique Cardoso era o Presidente e ele equiparou o dólar ao real. Então foi possível investir na publicação em gráfica, porque antes era xerox. A capa ficou colorida, o interior ficou P&B. A revista ganhou um maior número de páginas e consegui uma pequena distribuidora para colocá-la em bancas especializadas de todo o Brasil. Os assinantes aumentaram e a venda avulsa também, além, é claro, do trabalho. Na época ninguém queria trabalhar na faixa, como é hoje, ou por pouco dinheiro, então fiquei sozinha, com a Marta Machado me ajudando (hoje ela me ajuda no Blog). Na hora de registrar o nome, tive que mudar de TV Land para TV Séries, porque nesse meio tempo surgiu o canal TV Land americano que registrou o nome a nível internacional para todos os veículos de comunicação. TV Séries era o título que eu tinha pensado primeiro e depois mudei para TV Land; então foi só mudar de volta.

Você tem dois livros sobre séries de TV publicados. Algum projeto para um próximo livro?


Estou tentando publicar um terceiro, mas como não é um texto de entretenimento, é um texto de levantamento histórico, está meio difícil encontrar uma editora. Apesar da fama das séries, elas ainda são vistas apenas como entretenimento, não são vistas como estudo ou como forma de análise de uma cultura. O texto que tento publicar é sobre a evolução histórica da televisão (com base nas séries) americana em relação ao cinema.

A GATA E O RATO (1985-1989) foi disparado a melhor série cômica policial dos anos 80. Seus diálogos espertos e a divertida tensão sexual entre Bruce Willis e Cybill Shepperd continuam servindo de referência para qualquer série do gênero até hoje.


Por experiência própria, sei que aqui no Brasil, muitos profissionais que desenvolvem trabalhos relacionados à área cultural acabam se desdobrando em várias atividades, seja por necessidade financeira como por pura paixão mesmo. Então, fora seus trabalhos free lancer como jornalista especializada em séries de TV, você também realiza outras atividades profissionais?

Durante cinco anos estive no meio teatral, atuando e ajudando a produzir peças. Também trabalhei em administração por um curto período de tempo, além de organizações de eventos. Tenho três diplomas universitários e um de curso técnico.

Sei que você é colecionadora de séries, entre outras coisas Poderia nos dar alguma idéia de quantas séries de TV você tem na sua coleção?

Perdi a conta. Guardo material de séries desde 1978 e gravo desde 1986, sendo que procuro guardar material e video por amostragem, ao menos um episódio de cada série produzida e exibida. Daquelas que gosto mais, gravo tudo.

FRIENDS (1994-2004) começou como apenas mais uma sitcom qualquer e terminou sendo um dos maiores sucessos da TV americana, com cada um dos 6 protagonistas recebendo um milhão de dólares por episódio na última temporada. Imperdível!


Pra finalizar, quais são suas 10 séries favoritas de todos os tempos?

Nossa, é o mesmo que perguntar à mãe qual seu filho favorito!!!!



E não deixe de conhecer o ultra informativo blog REVISTA TV SÉRIES!



ENQUANTO ISSO...


Conheça os novos super-heróis da Disney/Marvel!


E comemore atrasada o lado engraçado do Dia do Atletismo!


domingo, 4 de outubro de 2009

OS IDIOTAS MESMO (Brasil, 2000) - Animação

Quer fazer Publicidade? Conheça seu futuro local de trabalho.

Como não achei um link pra incorporar, vai o link da página onde o filme está hospedado.

OS IDOTAS MESMO – o curta

Este filme é desaconselhável para menores de 16 anos.

Uma fábrica de cigarros decide lançar uma nova marca de cigarro no mercado, o Relax 3000. Entra em ação uma equipe de publicitários. Milhares de dólares envolvidos, milhares de reuniões, milhares de esporros e um cheiro de merda no ar.

Direção de Allan Sieber
Elenco Allan Sieber, Berna Ceppas, Denise Garcia, Edu K, Maria Ribeiro, Paulo Betti, Paulo César Pereio

O diretor Allan Sieber é meu conterrâneo de Porto Alegre e é autor de quadrinhos, cartunista e diretor de animação.

Em julho de 1999 dirigiu e animou seu primeiro curta-metragem em 35 mm, "Deus É Pai", premiado em importantes festivais como Gramado e o Animamundi.

Em junho de 2000, finalizou seu segundo curta-metragem em animação, "Os Idiotas Mesmo" e, em 2001, dirige seu terceiro curta em animação , " Onde Andará Petrucio Felker?, ambos sendo premiados e muito elogiados pela crítica.

Em 2003 lançou seu primeiro curta-metragem em imagem real, "Jonas", premiado no Festival de Gramado e no Curta Santos. "Santa de Casa", animação baseada em um conto de Aldir Blanc e com música do próprio, foi lançada no Animamundi 2006.

E finalizou o documentário "Pereio Eu Te Odeio", sobre o ator Paulo César Pereio.

Conheça todos os trabalhos do Allan no site dele.

ALLAN SIEBER