O INVENCÍVEL HOMEM DE FERRO: EXTREMIS – Comics

 Capa da primeira edição.
Arte de Adi Granov.


Para começar, esta é a minissérie lançada em 2005 que muito provavelmente redefiniu o personagem para as próximas décadas. Está para a trilogia cinematográfica da MARVEL como A PIADA MORTAL, BATMAN: ANO UM e O CAVALEIRO DAS TREVAS estão para a trilogia de Nolan. 

Nesta mini, que é considerada uma das melhores histórias do personagem, Tony Stark está em crise com sua atividade como fabricante de armas enquanto tem que lidar com um superterrorista mais poderoso do que sua armadura. Warren Ellis, conhecido por inserir conteúdo político no universo dos super-heróis, cria personagens de esquerda como o documentarista John Dillinger (Michael Moore) e o cientista hippie Sal Kennedy para provocar / inspirar o cientista e empresário Tony Stark a sair de sua zona de conforto e poder voltar a se encarar no espelho novamente.


Visual cinematográfico.

A arte de Adi Granov foi um divisor de águas para o personagem, recriando sua armadura de forma mais realista e com um design muito mais arrojado e sofisticado (referências visuais que também foram parar nos filmes). O visual resultou em cenas espetaculares, mas em termos de arte seqüencial deixam a desejar em termos de dinamismo, já que a perfeição quase fotográfica de Granov sugere mais o congelamento das cenas do que o movimento que ilustradores como Bryan Hitch ou John Cassady conseguem imprimir.  

Embora não seja empolgante como aventura, a história traz um olhar inovador sobre o que é ser um bilionário dividido entre criar armas e ao mesmo tempo querer a paz mundial. Talvez se não fosse uma história do Homem de Ferro presa a um passado e um futuro cronológico complexo no universo Marvel, Ellis fizesse alterações mais profundas e radicais, mas por enquanto, foi o que deu para fazer.


 A origem atualizada do personagem também foi parar nas telas.


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Estante virtual


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