sábado, 10 de janeiro de 2015

TOP 5 - Os Melhores Livros de Humor



O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS, de Douglas Adams

Primeiro de uma saga de 5 livros, a obra é uma sátira de todos os clichês da Ficção Científica e claro, do ser humano (e outras espécies) e sua pequenez, mesquinhez e burrice diante do universo. Adams foi roteirista do saudoso Monty Python e O GUIA DO MOCHILEIRO segue a mesma linha do indômito grupo inglês: diálogos afiados e situações absurdas.

Para quem ainda, não conhece esta obra genial, ela narra a saga de Arhtur Dent e seu amigo alien, Ford Prefect, que fogem da Terra, que está prestes a ser destruída para dar passagem a uma via espacial. Contrariando as expectativas esperançosas de alguns leitores, a Terra e a humanidade são destruídas logo nas primeiras páginas e a partir daí, Dent e Ford, procuram, junto com novos e bizarros amigos, um lugar no universo para chamar de seu. Humor britânico de primeira grandeza!


GARGÂNTUA E PANTAGRUEL, de François Rabelais

 



A história dos gigantes Gargântua e Pantagruel, pai e filho, amantes da mesa e dos prazeres da carne, foi publicada originalmente em 2 volumes. Pantagruel, o segundo na ordem cronológica da narrativa, foi o primeiro a ser escrito, em 1532. Dois anos depois aparece Gargântua. Os livros se tornaram populares na França, mas foram proibidos pela Sorbonne por seu conteúdo obsceno.

Contra a estagnação e rigidez de pensamento, contra a Igreja Católica, a cavalaria e as convenções medievais, Rabelais ergueu seus 2 geniais gigantes de apetites vorazes e hábitos grotescos. Anticristão, para Rabelais não há mais Pecado Original ou Juízo Final. Sua fé está na vida natural, e seus toscos gigantes simbolizam a nova dimensão do homem renascentista.

Fonte: Superinteressante

O COMPLETO DE PORTNOY, de Philip Roth




Quando foi lançado, em 1969, "O Complexo de Portnoy" causou polêmica. Nem poderia ser diferente. Em plena época da liberação sexual, o autor Philip Roth apareceu com um livro em que a masturbação é a válvula de escape da sexualidade do personagem e deixa transparecer em suas páginas temas como o complexo de Édipo e até um incesto virtual.

Philip Roth imprime um tom bem-humorado que eventualmente provoca gargalhadas, mesmo que o sabor final seja amargo. Mas é na discussão das relações opressivas, representadas pela claustrofóbica presença materna, que reside a força do livro. As conseqüências que a formação sexual confusa e o complexo de Édipo irão ter na vida adulta de Alex são perturbadoras. É o que torna esse livro mais atual do que nunca. O inimigo é a mãe.

Fonte: Companhia das Letras

TRAINSPOTTING, de Irvine Welsh




Trainspotting, na gíria escocesa, é uma atividade sem sentido, algo que é uma total perda de tempo. Essa expressão resume as vidas de Rents, Sick Boy, Tommy, Matty, Spud e Begbie, jovens moradores de Edimburgo que passam a maior parte de seu tempo se embebedando em pubs, arrumando confusão, assistindo a jogos de futebol pela televisão e, principalmente, se drogando. A heroína é a droga preferida, um barato que dura tempo suficiente para aplacar a banalidade da existência. Pelo menos até o próximo pico.

Explicitando toda a dor e a banalidade de ser jovem em um mundo de portas fechadas, onde a maior oportunidade que se pode esperar é conseguir um emprego reles em uma grande empresa, ter filhos e desfrutar de uma velhice obesa, Irvine Welsh narra, com ironia e sem meias palavras, o cotidiano de jovens que renunciaram a tudo isso, que preferem se perder em um mundo de contravenções, vagar pelas ruas sem rumo, a ceder a uma vida adulta que não faz o mínimo sentido.

Fonte: Wikipédia

ED MORT, de Luis Fernando Veríssimo




Criado pelo maior autor nacional de contos humorísticos, Ed Mort é um Sam Spade sem o glamour, a coragem ou a elegância de sua contraparte americana. Fã de literatura noir, Veríssimo brinca e se diverte detonando os clichês e personagens desse gênero literário.

O personagem já virou sketche de programa humorístico, quadrinhos, e teve sua própria série de TV e longa para o cinema. 


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